Parede dá asas à imaginação

Já imaginou a festa que seus filhos fariam se tivessem uma parede inteira para desenhar? O dia das crianças está chegando e nada melhor para estimular a imaginação dos pequenos do que deixá-los livres para criar. A parede de giz possibilita essa interação, mas ela tem um local mais indicado para ser instalada, assim como necessita de uma manutenção específica.
Escolha do lugar
            A parede de lousa é preta ou verde escuro, para imitar o quadro negro. Mas cores fortes e escuras são cansativas, ainda mais em espaços grandes e muito visíveis. Por isso, a dica das arquitetas da EFTM é escolher uma parede menor, para gerar menos impacto na decoração. “Em um quarto infantil, pode ser uma parede que a criança tenha livre acesso. Já para os adultos, o ideal é um local menor, como uma parede contra a porta ou com a decoração mais jovem e descontraída, como um home office”, comenta a arquiteta Thalita Miyawaki.
Materiais e instalação
            As opções de materiais para criar uma parede de giz são várias. A primeira delas é a tinta preta ou verde escuro fosca, que pode ser aplicada pelo próprio cliente, sem gasto com mão de obra. Outra alternativa para fazer em casa, é utilizar o papel contact preto. O ideal é limpar bem a parede antes de aplicar o adesivo, começar de cima para baixo e ir assentando o material com um pano úmido. Este material pode ser aplicado em móveis e eletrodomésticos, para deixar a casa ainda mais versátil e personalizada. Por fim, o cliente também pode escolher por uma chapa de fórmica preta, que deve ser fixada na parede como se fosse um painel.
Manutenção
            A sujeira do pó de giz é inevitável, por isso a tendência de decoração não é muito indicada para pessoas alérgicas. Nas paredes pintadas com a tinta preta, a poeira pode ficar acumulada nos relevos naturais do revestimento e, com o tempo, o escuro vai ficar esbranquiçado. Para evitar isso, é importante limpar com uma esponja e detergente de vez em quando. “A manutenção do contact é mais simples, basta utilizar um pano para trocar o desenho. Além disso, ele tem o benefício de poder ser descolado quando a pessoa quiser, sem gastar várias mãos de tinta para cobrir o preto fosco da primeira opção”, explica Erika Fukunishi, também arquiteta da EFTM. Com a manutenção certa, é só dar asas à imaginação e desenhar livremente.
Sobre a EFTM Arquitetura:
Em 2013, as arquitetas Erika Fukunishi e Thalita Miyawaki se uniram e fundaram a EFTM Arquitetura, escritório especializado em projetos de urbanismo, interiores e arquitetônicos. Jovens e cheias de ideais, as duas buscam atenção aos detalhes e desejos dos clientes para oferecer projetos funcionais, personalizados e agradáveis visualmente. Erika Fukunishi está formada desde 2010 pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná no curso de Arquitetura e Urbanismo e é especialista em Construções Sustentáveis pela Universidade Tecnológica do Paraná. Thalita Miyawaki, também formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná no curso de Arquitetura e Urbanismo desde 2007, é especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano pela mesma instituição.
Serviço:
EFTM Arquitetura
Erika Fukunishi – CAU/PR nº A67408-7
Thalita Miyawaki – CAU/PR nº A53912-0
Rua Professor Paulo D’Assumpção, 132, Jardim das Américas – Curitiba (PR)
jornalismo03@bgcom.com.br

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