Jogos Mundiais dos Povos Indígenas celebram a tradição e o esporte

A partir desta sexta-feira (23), a cidade de Palmas se transforma no destino mais indígena do planeta com a realização dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Nos próximos dez dias, a cidade será palco de grandes celebrações que reúnem atletas de 24 etnias nacionais e povos de mais 23 três países, dando visibilidade internacional à biodiversidade e à cultura indígena. O ritual de acendimento do Fogo Sagrado, no final da tarde de quinta-feira (22), marcou a abertura simbólica do evento.
Nesta sexta-feira (23), a presidenta Dilma Rousseff e o secretário Nacional de Políticas do Turismo do Ministério do Turismo, Júnior Coimbra, representando o ministro, participam da cerimônia oficial do evento, organizado em parceria com o governo federal, a prefeitura de Palmas, o governo de Tocantins e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A escolha do Tocantins para sediar o evento levou em conta, entre outros fatores, a expressiva presença de populações indígenas em seu território: cerca de 13 mil pessoas de sete etnias. A seleção das equipes pelo Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena (ITC) também tem um critério interessante, em vez de considerar regiões, contempla os biomas brasileiros.
Dois destes biomas, o Cerrado e a Floresta Amazônica estão presentes no Tocantins. Juntos, o patrimônio natural e a cultura indígena tornam o Tocantins um destino único. A riqueza está contemplada em regiões turísticas com vocação nos segmentos de ecoturismo e aventura, pesca esportiva, sol e praia, religioso, cultural, étnico-indígena, entre outros.

Segundo a Secretaria de Turismo do Tocantins, Palmas, Lagos e Praias do Cantão e Jalapão são os grandes atrativos do estado. A partir da próxima segunda-feira (26), o Ministério do Turismo fará uma série de matérias sobre os principais destinos do Tocantins. Venha viver de perto as delícias desse estado:

Jalapão e Serras Gerais: Pouco habitada e com vegetação semelhante às savanas da África, a região conhecida como deserto do Jalapão tem se destacado como um dos melhores roteiros mundiais para o turismo de aventura. Já as Serras Gerais guardam boa parte da história do estado com seus casarios, igrejas, ruínas e festejos religiosos (Dianópolis, Natividade e Peixe).

Bico do Papagaio: No extremo-norte do estado, o local é área de transição entre o Cerrado e a Floresta Amazônica e marca o encontro dos rios Araguaia e Tocantins. A história da região, que remete a missões religiosas e à a trilha rumo ao norte do país, com “praias” de areia branca badaladas e vegetação preservada, dão ao roteiro inúmeras possiblidades para os turistas.

Ilha do Bananal: Com cerca de 20 mil km², Bananal é a maior ilha fluvial do mundo. Fica em grande parte do ano submersa, ressurgindo a cada período de seca e trazendo, praticamente intocada, riquíssima biodiversidade – resultado do encontro a Floresta Amazônica com o Cerrado. Um dos grandes atrativos para o turista é a pesca esportiva com oferta de espécies como piraras, pirarucus, surubins e caranhas.

Lagos e Praias do Cantão: O Parque Estadual do Cantão é um santuário ecológico de rica biodiversidade banhado pelo rio Araguaia e a presença de centenas de lagos. Trilhas aquáticas e terrestres possibilitam a observação de pássaros e raras espécies de animais silvestres e plantas. A região, com rios próprios para banhos, oferece também opções para a pesca esportiva e esportes radicais.

Serras e Lago: A Serra do Lajeado é uma reserva ambiental que abriga um lago com cerca de oito quilômetros entre suas margens. Ao redor, um grupo de sete cidades, incluindo Palmas, capital do estado, somam cenários urbanos a opção de praias de água doce, esportes náuticos, banho de cachoeiras, rapel, trilhas e outras opções de ecoturismo e aventura.

ascom@turismo.gov.br

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