No dia mundial da psoríase, 10 coisas que você precisa saber sobre a doença

Dia 29 de outubro é o dia mundial da psoríase, doença de pele crônica e inflamatória1-4 que tem origem quando o próprio organismo faz com que células da pele comecem a se renovar até oito vezes mais rápido que o normal5, causando lesões avermelhadas, coceira, descamação e dor1-4.
Apesar de afetar mais de 125 milhões de pessoas em todo o mundo e três milhões de pacientes só no Brasil1-2, a psoríase ainda é pouco conhecida e o preconceito está entre seus principais estigmas. 95% dos brasileiros não sabem o que é a doença e quase metade das pessoas que vivem com psoríase acredita que o preconceito causa mais angústia do que os próprios sintomas6.

Mas, você sabia que mesmo com as manchas e o desconforto causado pela doença, é possível sim ter qualidade de vida? Kim Kardashian, Britney Spears, Cyndi Lauper e Cara Delevingne são prova de que a psoríase pode ser controlada com uma dose extra de autoestima.

Agora que você já sabe que tantas pessoas são atingidas por esse problema de pele, que tal conhecer um pouco mais sobre ele?

 1. Mais gente do que você imagina: Mais de três milhões de brasileiros sofrem com a psoríase. Além disso, ela é considerada uma doença democrática. Sim, você leu certo! Isso porque ela afeta igualmente homens e mulheres7, em qualquer idade e classe social. Ela é mais comum na vida adulta, porém também pode se manifestar na infância7-11.

 2. Pele hiperativa: As células da pele crescem naturalmente nas camadas mais profundas e levam, aproximadamente, um mês para chegarem à superfície. “Já nos indivíduos com psoríase, o processo ocorre de maneira muito mais acelerada: em poucos dias, as novas células já estão no lugar das antigas”, explica Dr. Ricardo Romiti, chefe do ambulatório de psoríase do Hospital Clínicas de São Paulo. É isso que acaba provocando a famosa descamação7-11.

3.  Contagioso é o preconceito: A psoríase não é contagiosa10, mas muitas pessoas ainda não sabem disso. O preconceito que as placas e descamações trazem impacta a qualidade de vida, gerando constrangimento e até isolamento social8. Você sabia que 75% dos pacientes que possuem psoríase não se sentem desejados12 e cerca de 81% dos pacientes se sentem constrangidos em expor o corpo a outras pessoas13?

4. Tipos de psoríase: A doença pode aparecer de diversas maneiras, mas o seu tipo mais comum é a psoríase em placas, que afeta 90% dos pacientes. A psoríase é considerada grave quando atinge mais de 10% da superfície do corpo ou regiões mais sensíveis e expostas, como mãos e face, o que traz ainda mais impacto na qualidade de vida14-15.

5. Tudo sob controle: A psoríase não tem cura16. Os sintomas podem desaparecer e voltar após um período não determinado de tempo, e assim seguir por toda a vida. Mas, calma! Com os tratamentos e cuidados corretos, é possível ter qualidade de vida e controlar a doença, que vão desde utilização de medicamentos de uso tópico até imunobiológicos.

6. Atenção ao diagnóstico! – 95% dos brasileiros não sabem o que é psoríase17. De acordo com Dr. Romiti, muitas vezes ela é confundida com outras doenças como micoses, alergias e até mesmo a caspa, quando acomete o couro cabeludo. Por isso, quando houver qualquer desconfiança procure o dermatologista. Na hora do diagnóstico, o histórico familiar também pode fazer a diferença, uma vez que um terço das pessoas que têm psoríase possuem casos da doença na família7. Em caso de dúvida, o médico poderá realizar uma biópsia de pele18, o que irá ajudar a diferenciar a psoríase de outras doenças.

7. Seja gentil com o sua pele: As pessoas que tem psoríase apresentam uma pele sensível que requer cuidados mais profundos. Hidratar a pele com cremes apropriados e não esfoliá-la são dicas simples, porém muito eficazes, pois ajudam a reduzir a coceira e a vermelhidão19. Outro detalhe importante está em suas roupas: quanto mais confortável, melhor. A busca por tecidos que não causem ainda mais irritação na pele e permitam que ela “respire” é ideal, sendo o algodão um ótimo exemplo20.

8. Dando um up no visual! A maquiagem é uma ótima aliada para realçar a beleza natural. Os pacientes de psoríase devem buscar por produtos naturais desenvolvidos para a pele sensível, que não causem irritação.

9. Doenças associadas: Mais uma razão para manter a atenção redobrada, é que muitas vezes a psoríase não vem sozinha. “Sabemos que o paciente com psoríase grave também tem chances mais elevadas de desenvolver obesidade, colesterol alto, diabetes, derrame e ataque cardíaco”, afirma Dr. Romiti. A psoríase também pode provocar inchaço nas articulações e artrite, ocasionando a artrite psoriásica8. Outro ponto, é que os pacientes apresentam um risco maior de desenvolver problemas emocionais, como ansiedade e depressão.

10. Mudança de hábitos: Parar de fumar e diminuir o consumo de bebidas alcóolicas são recomendações fundamentais para quem tem a doença. Tanto o álcool quanto a nicotina podem aumentar o risco de uma pessoa manifestar psoríase e ainda elevar as chances de piora de seu quadro18. Atividades físicas são aliadas importantes, “a prática pode ajudar a evitar o ganho de peso e também no controle do estresse e ansiedade”, explica o médico. Outra recomendação importante é se expor de forma correta ao sol, já que ele é essencial no tratamento e ajuda na melhora das lesões de psoríase. 
Combata o preconceito e apoie quem tem psoríase com um abraço!

Para mais informações sobre a doença, diagnóstico, tratamento e qualidade de vida, acesse: www.psoriase.novartis.com.br
Sobre a Novartis
A Novartis oferece soluções inovadoras de cuidados com a saúde que atendem às necessidades em constante mudança dos pacientes e da população. Com sede em Basileia, na Suíça, a Novartis oferece um diversificado portfólio de medicamentos inovadores; cuidados com os olhos; medicamentos genéricos; vacinas preventivas e medicamentos isentos de prescrição. A Novartis é a única empresa global com posição de liderança em todas essas áreas. Em 2014, as operações do Grupo atingiram vendas líquidas de US$ 58 bilhões, enquanto cerca de US$ 9,9 bilhões foram investidos em pesquisa e desenvolvimento (US$ 9,6 bilhões excluindo encargos de depreciação e amortização). As empresas do Grupo Novartis empregam aproximadamente 130.000 colaboradores e estão presentes em mais de 180 países ao redor do mundo. Para mais informações: www.novartis.com.br.
Disclaimer
As informações contidas neste texto têm caráter informativo, não devendo ser usadas para incentivar a automedicação ou substituir as orientações médicas. O médico deve sempre ser consultado a fim de prescrever o tratamento adequado. www.novartis.com.br
Referências
1. International Federation of Psoriasis Associations (IFPA) World Psoriasis Day website. “About Psoriasis.” Disponível em http://www.worldpsoriasisday.com/web/page.aspx?refid=114. Último acesso em agosto de 2013.
2. Stern RS, Nijsten T, Feldman SR, Margolis DJ, Rolstad T. Psoriasis Is Common, Carries a Substantial Burden Even When Not Extensive, and Is Associated with Widespread Treatment Dissatisfaction. J Investig Dermatol Symp Proc 2004; 9(2):136-9.
3. Langley RGB, Krueger GG, Griffiths CEM. Psoriasis: epidemiology, clinical features, and quality of life. Ann Rheum Dis 2005; 64(suppl 2):ii18-ii23.
4. Nestle FO, Kaplan DH, Barker J. Psoriasis. N Engl J Med 2009; 361(5):496-509.
6. National Psoriasis Foundation 2008 Survey Panel Snapshot. Disponível em: http://www.psoriasis.org/document.doc?id=193. Acessado pela última vez em: Agosto de 2014.
7. Site do National Institutes of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases (NIAMS) do National Institutes of Health (NIH. Disponível emhttp://www.niams.nih.gov/Health_Info/Psoriasis/default.asp. Último acesso em março de 2015.
8. Site News in Health do National Institutes of Health (NIH). Disponível em http://newsinhealth.nih.gov/issue/Aug2010/Feature2. Último acesso em março de 2015.
9. Herrier R. Advances in the treatment of moderate-to-severe plaque psoriasis. Am J Health-Syst Pharm 2011; 68:795-806.
10. Raval K, Lofland JH, Waters HC, Tak Piech C. Disease and treatment burden of psoriasis: Examining the impact of biologics. J Drugs Dermatol 2011; 10(2):189-96.
11. Site MedlinePlus. Disponível em http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/psoriasis.html. Último acesso em março de 2015.
12. Krueger G, Arch Dermatol 2001;137:280-284.
13. K Aoupgf Mu , et al. Nat Rev Drug Discov. 2010; 9(9):703-18.
14. Exum ML, Fleischer AB, Jr., Reboussin DM. Psoriasis causes as much disability as other major medical diseases. J Am Acad Dermatol 1999; 41(3 Pt 1):401-7.
15. Farley E et al. Psoriasis: comorbidities and associations. G Ital Dermatol Venereol. 2011 Feb;146(1):9-15.
16. Consenso Brasileiro de psoríase 2012. Disponível em http://www.ufrgs.br/textecc/traducao/dermatologia/files/outros/Consenso_Psoriase_2012.pdf. Último acesso em 12 de fevereiro de 2015.
17. Estudo realizado pela Ipsos Healthcare entre 15/09 e 15/10 com abrangência no Brasil, 1.000 entrevistas domiciliares (F2F) em 70 cidades, sendo 9 regiões metropolitanas na população de 16 anos ou mais. Essas pessoas foram distribuídas regionalmente no Brasil: Nordeste: 22 municípios | Norte/Centro-Oeste: 6 municípios | Sudeste: 30 municípios | Sul: 12 municípios.O presente estudo possui uma margem de erro amostral de 3 p.p.
18. Site da National Psoriasis Foundation. Disponível em https://www.psoriasis.org/about-psoriasis. Último acesso em março de 2015.
19. Site WebMD. Disponível em http://www.webmd.com/skin-problems-and-treatments/psoriasis-14/psoriasis-skin-care-tips?page=2. Último acesso em março de 2015.
20. Site Every Day Health. Disponível em http://www.everydayhealth.com/health-report/psoriasis-guide/psoriasis-beauty-tips.aspx. Último acesso em março de 2015.
Bertoncini, Daniela (SPL-S2P) <Daniela.Bertoncini@s2publicom.com.br>

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