Vídeo-release: Highline urbano encerra atividades do Itaipu Slackline World Cup

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Depois de um final de semana com chuva e dias frios, o céu limpo e a temperatura na casa dos 20 graus, em Foz do Iguaçu, formaram o pano de fundo perfeito para os atletas Mikael Noal (BRA), Alfa Mike (EUA) e Rafael Bridi (BRA), que encerraram o Festival Internacional de Highline e as atividades do Itaipu Slackline World Cup.

Os três – que figuram na lista dos melhores atletas do mundo na modalidade – mostraram suas habilidades a mais de 70 metros de altura, no Hotel Golden Foz Wyndham, no centro de Foz do Iguaçu. Eles se revezaram na fita de 34 metros de comprimento e 2,5 centímetros de largura (metade do tamanho da fita de sclakline), dando um show de equilíbrio e garantindo fortes emoções ao público.

De acordo com os organizadores do evento, este foi o segundo highline urbano mais alto já realizado no Brasil. O primeiro aconteceu em 2013, na cidade de Balneário Camboriú (SC), a 130 metros de altura.

No Paraguai

Na segunda-feira (12), o highline teve como paisagem as cataratas de Salto del Monday, em Puerto Franco, no Paraguai. No país vizinho, os atletas fizeram a travessia de 60 metros a 40 metros de altura, em meio à em meio à forte pressão das quedas.

Um dos precursores do highline no Brasil, Rafael Bridi, disse que participar do festival foi incrível porque pôde unir a natureza e o meio urbano. “Foi muito motivador participar do highline no Paraguai. E é também um prazer poder interagir no meio urbano, na construção do homem, e mostrar que é possível, com segurança e respeito, saciar os limites e as vontades sempre dosados pelo medo”, comentou.

 Rafael contou que além de trabalhar o corpo e a mente, o esporte lhe possibilitou a realização de um sonho: conviver com pessoas das mais diversas nacionalidades e culturas. “Para mim é muito importante estar vivendo isso. Eu tenho me envolvido muito com o esporte, as modalidades, a questão da segurança.”

!São coisas que me motivam muito, e, através do esporte, eu convivo com muitas culturas, em vários estados do Brasil, e também na Europa, principalmente Alemanha, Suíça, Áustria, Polônia, República Checa, Itália e Holanda. Acho que sou muito energizado por essa troca de experiência, pela beleza que cada pessoa carrega”, afirmou ainda o atleta.

O gaúcho Mikael Noal, o Mika, disse que utiliza o esporte como forma de crescimento pessoal. “Eu medito, faço yoga e acho que o highline só me ajuda a crescer, a evoluir, a me concentrar e ser uma pessoa melhor a cada dia”, afirma.

O Highline Urbano em Foz do Iguaçu foi uma continuação do Festival de Highline Gravatation – o primeiro do gênero realizado no Brasil, em abril deste ano, na cidade de Florianópolis (SC). À frente do projeto estão Allan Pinheiro e Rafael Bridi.

Tanto o Itaipu World Cup quanto o Festival de Highline são promovidos pela Adere (Associação de Desenvolvimento de Esportes Radicais e Ecologia) em conjunto com a Itaipu Binacional.

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