Falta de sol pode causar deficiência de vitamina D

Tempo frio, nublado e chuvoso. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Curitiba registrou apenas quatro dias de sol durante todo o mês de novembro. Além de deixar a cidade mais cinza, a falta de sol ainda pode ser prejudicial para a saúde. Isso porque a carência de vitamina D – produzida pela pele em resposta à exposição aos raios ultravioleta – já é considerada uma epidemia e atinge mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. “Aliado aos poucos dias de sol, alguns hábitos modernos – como dirigir sempre com os vidros fechados, evitar a exposição solar ao máximo e até mesmo passar protetor solar em excesso – dificultam a síntese da vitamina D”, explica o bioquímico Marcos Kozlowski, responsável técnico do LANAC – Laboratório e Análises Clínicas.

Os benefícios do pré-hormônio na prevenção de doenças ligadas aos ossos, como raquitismo infantil e a osteoporose, já são conhecidos e comprovados, mas agora, novas pesquisas relacionam os baixos níveis de vitamina D com o aumento dos casos de câncer, depressão, diabetes e outros distúrbios. “O exame que mede a concentração da vitamina D no organismo, antes deixado de lado por muitos, já teve aumento de 50% nas solicitações no último ano”, revela Kozlowski.

Alguns alimentos podem fornecer a vitamina D, como peixes oleosos (salmão, atum, sardinha), cogumelos, gema de ovo, sucos e cereais enriquecidos artificialmente. Mas a exposição ao sol continua sendo a melhor forma de se obter vitamina D. “É claro que não podemos esquecer que as radiações solares provocam manchas e apressam o envelhecimento, além de constituir a principal causa do câncer de pele. Mas ficar exposto ao sol, sem protetor solar, durante 15 minutos, já é capaz de garantir uma boa dose de vitamina D”, recomenda o bioquímico.

 

Sobre o LANAC

Há 22 anos, o LANAC – Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 280 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. Além da sede central, o LANAC mantém outros trinta postos de coleta na cidade. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2008 atualizada desde 2004.

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imagem: http://drauziovarella.com.br/

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