Feministas discutem assédio e informação na 1a Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência

Juliana de Faria, criadora do projeto Think Olga, Mariana Franco Ramos, do Coletivo de Jornalistas Feministas Nísia Floresta, e Bruna de Lara, uma das criadoras da rede informação Livre de Abuso, compõem o primeiro painel de debates da 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência, no dia 24 de novembro, às 9h55, na Universidade Positivo, em Curitiba (PR).

Juliana é formada em Jornalismo, já trabalhou nas revistas Veja São Paulo, Gloss, ELLE Brasil, Harper’s Bazaar. É idealizadora da Campanha Chega de Fiu Fiu, que combate o assédio sexual em lugares públicos, e do projeto Entreviste Uma Mulher, um banco de dados para que mulheres sejam consultadas como fontes na imprensa.

Mariana Franco Ramos é jornalista, já trabalhou na Folha de São Paulo e, atualmente, trabalha na Folha de Londrina. Também faz parte do Coletivo de Jornalistas Feministas Nísia Floresta, um projeto que surgiu em Curitiba para integrar mulheres jornalistas e feministas, com o objetivo de discutir as intersecções entre Jornalismo e Feminismo.

Bruna de Lara, estudante de Comunicação na UFRJ, é uma das colaboradoras da rede de informação “Livre de Abuso”. O projeto tem o objetivo de estimular a orientação e dar suporte voltado às vítimas de relacionamentos abusivos. A rede conta com outras diversas colaboradoras que também produzem artigos sobre o tema da violência de gênero, bem como dão assistência jurídica e fazem atualização diária de várias redes sociais voltadas para o feminismo.

A 1ª Jornada Nacional da Mulher Viver Sem Violência tem o objetivo de debater as formas de violência de gênero e doméstica contra as mulheres, suas causas e efeitos, propondo intervenção das desigualdades. Promovido pela Universidade Positivo, Universidade Federal do Paraná e Prefeitura de Curitiba, o evento acontece nos dias 23, 24 e 25 de novembro.

Com palestras, workshops, painéis, oficinas e mesas-redondas, o evento integra o calendário da mobilização mundial dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. No mundo inteiro, as atividades de sensibilização e de conscientização a respeito do tema acontecem do dia 25 de novembro, que é o Dia Internacional da Não-Violência às Mulheres, até o dia 10 de dezembro, data-símbolo da luta em favor dos Direitos Humanos. No Brasil, devido à dupla discriminação sofrida pelas mulheres negras, os “dias de ativismo” iniciaram em 20 de novembro, no Dia Nacional da Consciência Negra. Mais informações no site http://www.up.edu.br/i-jornada-nacional-mulher-viver-sem-violencia.

SERVIÇO
Evento: 1ª Jornada Nacional da Mulher Viver Sem Violência – Painel 1
Data: 24 de novembro, às 9h55
Entrada: gratuita
Local: Universidade Positivo – Bloco Bege, Auditório 4 (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)
Informações: http://www.up.edu.br/i-jornada-nacional-mulher-viver-sem-violencia

(Texto produzido por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Positivo: Bianca Ogliari, Ana Plassmann e Davi Carvalho – sob coordenação da professora Ana Paula Mira e assessoria de imprensa da Universidade Positivo – Central Press)

Sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo (UP) concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece 54 cursos de Graduação (30 cursos de Bacharelado e Licenciatura e 24 Cursos Superiores de Tecnologia), três programas de Doutorado, quatro programas de Mestrado, centenas de programas de Especialização e MBA e dezenas de programas de Extensão. Em Curitiba, a UP conta com três campus: Ecoville, que ocupa uma área de 424,8 mil metros quadrados, Praça Osório, no centro da cidade, e Mercês – Catarina Labouré, este último dedicado ao curso de Enfermagem. Lançou, em 2013, seu programa de Educação à Distância, com dezenas de polos em todo o país. Segundo as avaliações do Ministério da Educação, é considerada uma das dez melhores universidades privadas do Brasil.

CENTRALPRESS

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