Time Oi de surfe começa disputa nesta quarta-feira do título mundial no Havaí

Em razão da falta de ondas foi adiada para esta quarta-feira (9) o início da decisão do título mundial de surfe, em Pipeline, no Havaí, quando seis surfistas disputarão a taça de campeão do mundo. Deste grupo, três surfistas patrocinados pela Oi, Filipe Toledo, Adriano de Souza (Mineirinho) e Gabriel Medina, atual campeão, estão na briga pelo troféu mais desejado da modalidade.

 

Em busca do segundo título mundial na história do país, os brasileiros já sabem quem serão seus primeiros adversários na grande decisão da Liga Mundial de Surfe (WSL). Medina enfrentará Keanu Asing na terceira bateria do primeiro round. Apesar da 21ª posição, o rival é considerado perigoso, já que é havaiano e conhece muito bem as ondas de sua terra natal. Mineirinho entrará na água na bateria seguinte, contra o polinésio Michel Bourez. Na sequência, Filipe Toledo cai no mar contra o norte-americano Kolohe Andino, que surfará mais leve por já ter garantido sua presença na elite da próxima temporada atrás da divisão de acesso da WSL.

 

No primeiro round, as baterias são triplas. No entanto, o segundo adversário dos três brasileiros será conhecido só mais para frente, após uma disputa local que definirá os quatro havaianos convidados desta temporada, o que dificultará ainda mais a luta por um título para o país.

 

Filipinho pode fazer história, Medina vai atrás do Bi-campeonato e Mineirinho quer acabar com jejum

 

Caçula da Liga Mundial de Surfe, Filipe Toledo pode continuar fazendo história para o Brasil na modalidade. Isso porque, se conseguir superar Mick Fanning e Mineirinho em Pipeline, no Havaí, se tornará o mais jovem campeão mundial do esporte. Aos 20 anos, ele superaria o americano Kelly Slater, considerado o melhor de todos os tempos, e seu compatriota Gabriel Medina, primeiro brasileiro campeão da história.

 

Mas se existe alguém que pode alcançar os 11 títulos mundiais de Kelly Slater, esse alguém é Gabriel Medina. Pelo menos foram essas as palavras da própria lenda americana durante toda temporada do ano passado. Muitos acharam exagero começar com as comparações tão cedo, mas os número provam que Kelly precisa ser ouvido.

 

Pela primeira vez em dez anos, Mineirinho chega no Havaí, última etapa da CT, com chances reais de se tornar campeão. Para ficar com o título, Mineirinho depende apenas de si. Caso o surfista do Guarujá vença a etapa em Pipeline, no Havaí, se sagrará campeão mundial pela primeira vez na carreira.

 

Confira quais as combinações de resultados que os três surfistas da Oi precisam no Havaí:

 

FILIPE TOLEDO

 

Com ainda uma 25ª posição a descartar, Filipinho vencerá o título mundial se conquistar a etapa do Havaí, independentemente de qualquer resultado dos rivais.

Veja outros cenários:

Se for vice-campeão: fica com o título desde que Fanning ou Mineirinho não terminem como campeões.

Se cair na semifinal: Fanning precisa parar também semifinal, e Mineirinho não pode ser campeão.

Se for eliminado nas quartas: Fanning precisa cair junto nas quartas, e Mineirinho tem que ser eliminado na semifinal.

Se não passar do quinto round: Fanning precisa cair na mesma fase, Mineirinho não pode passar das quartas e Medina não pode ser campeão.

Se cair no terceiro round: Fanning e Mineirinho precisam cair na mesma fase, Medina não pode ser vice e Owen Wright não ser campeão.

 

ADRIANO DE SOUZA

 

Mineirinho também chega ao Havaí dependendo apenas de si. Caso o surfista do Guarujá vença a etapa do Havaí, se sagrará campeão mundial pela primeira vez.

Veja outros cenários:

Se for vice-campeão: Fanning não pode chegar na final, e Filipinho precisa cair nas quartas.

­Se parar na semifinal: Fanning não pode passar das quartas de final, e Filipinho precisar ser eliminado até o quinto round. 

Se cair nas quartas: Fanning precisa perder até o quinto round, Filipinho no terceiro e Medina não pode ser campeão.

Se perder no quinto round: Filipe Toledo e Fanning não podem passar da terceira, e nem Medina e Wright serem campeões.

 

GABRIEL MEDINA

 

Para buscar o bicampeonato, Medina precisa vencer no Havaí e contar com a queda de Fanning e Mineirinho na fase quartas de final; já Filipinho precisa cair no round 5.

Veja outros cenários:

Caso seja vice, o atual dono do troféu de campeão do mundo depende da eliminação de Fanning, Mineirinho e Filipinho na terceira rodada; Wright também não pode ser campeão.

Se Medina cair na semifinal, ainda há uma remota chance de conquista: Fanning e Mineirinho precisariam cair no round três, Filipinho no dois e Owen Wright não poderia se sagrar vencedor da etapa.

 

Confira todas as baterias da primeira fase em Pipeline:

 

1 –  Italo Ferreira (BRA), Adrian Buchan (AUS) e Glenn Hall (IRL)

2 –  Owen Wright (AUS), Jadson André (BRA) e Dusty Payne (HAW)

3 –  Gabriel Medina (BRA), Keanu Asing (HAW) e CONVIDADO LOCAL

4 –  Adriano de Souza (BRA), Michel Bourez (PYF) e CONVIDADO LOCAL

5 –  Filipe Toledo (BRA), Kolohe Andino (EUA) e CONVIDADO LOCAL

6 –  Mick Fanning (AUS), Sebastian Zietz (HAW) e CONVIDADO LOCAL

7 –  Julian Wilson (AUS), Kai Otton (AUS) e Ricardo Christie (NZL)

8 –  Jeremy Flores (FRA), Matt Wilkinson (AUS) e Jordy Smith (AFS)

9 –  Kelly Slater (EUA), Taj Burrow (AUS) e C.J. Hobgood (EUA)

10 –  Nat Young (EUA), John John Florence (HAW) e Brett Simpson (EUA)

11 –  Bede Durbidge (AUS), Wiggolly Dantas (BRA) e Adam Melling (AUS)

12 –  Josh Kerr (AUS), Joel Parkinson (AUS) e Miguel Pupo (BRA)

 

Ranking da Liga Mundial de Surf 2015 (WSL):

 

1 –  Mick Fanning  (Austrália):  49,900

2 –  Filipe Toledo  (Brasil):  49,700

3 –  Adriano De Souza  (Brasil):  49,450

4 –  Gabriel Medina  (Brasil):  45,350

5 –  Owen Wright  (Austrália):  43,600

6 –  Julian Wilson  (Austrália):  41,450

 

A Oi e o Esporte

 

A Oi tem longo histórico de apoio ao esporte, com patrocínios a grandes eventos, equipes e atletas de diferentes modalidades, como basquete, judô, futebol, surfe e skate. A companhia tem grande expertise no apoio ao esporte, seja com patrocínio ou com prestação de serviços de telecomunicações em grandes competições realizadas no país. Entre os exemplos recentes, a Oi foi uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo no Brasil em 2014 e da Copa das Confederações em 2013. A companhia também apostou no basquete patrocinando o NBA Global Games Rio 2015 e o torneio NBA 3X, além de apoiar os Jogos Cariocas de Verão e o Oi Bowl Jam de skate. A Oi também patrocinou este ano o Oi Rio Pro, a etapa brasileira do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour (CT), e patrocina os surfistas brasileiros de destaque na WSL: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo e Silvana Lima

<pbraga@oi.net.br>

oi surf final

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.