Infecções gastrointestinais têm mais incidência no verão

Desidratação, micose, insolação, conjuntivite. Com a chegada das férias e do verão, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados. Beber muita água, evitar alimentos gordurosos, utilizar protetor solar, além de não tomar sol entre às 10h e 16h são algumas das recomendações para aproveitar a estação sem contratempos. “O tempo quente aumenta a proliferação de bactérias. Por isso, as pessoas precisam intensificar os cuidados com a higiene e dar mais atenção às doenças típicas desta época”, explica Marcos Kozlowski, bioquímico e responsável técnico do LANAC – Laboratório de Análises Clínicas.

Casos de infecções gastrointestinais são os que registram maior alta durante o verão. Para evitar a doença, é preciso reduzir a ingestão de alimentos gordurosos e produtos que tenham facilidade para estragar, ao passo que água e sucos naturais devem ser consumidos em abundância. A alimentação deve receber cuidados especiais, principalmente relacionados à higiene, conservação e manuseio dos alimentos.

A infecção pode ser causada por um vírus, bactéria ou parasita, que se aloja no sistema digestivo da pessoa, especialmente no esôfago, estômago e intestino. A incidência é maior no verão devido ao aumento populacional nas praias, onde, muitas vezes, o saneamento não é adequado – além do fato da água do mar e das piscinas serem fontes de contaminação em massa. “O contágio se dá por meio da ingestão de alimentos ou líquidos contaminados, ou ainda no contato com pessoas ou objetos infectados”, comenta Kozlowski.

Segundo o bioquímico, os principais sintomas da infecção intestinal são diarreia, vômito, febre, mal-estar. Coriza e tosse também podem aparecer e a desidratação surge nos quadros mais graves. “A principal maneira de prevenção é a lavagem das mãos e dos alimentos de forma adequada, além de utilizar apenas água tratada e manter sempre limpos os utensílios da cozinha. Evitar aglomerações, beber bastante líquido e não ter contato com pessoas doentes são outra dicas”.

Vale destacar que as viroses não têm cura imediata. O bioquímico indica que, primeiramente, o médico deve ser procurado para realizar o diagnóstico preciso. “Como não há tratamento específico, o ideal é que o paciente seja mantido hidratado frequentemente”, destaca Kozlowski.

O LANAC realiza exames laboratoriais que são utilizados pelos médicos para confirmar o causador da infecção, como:

* Coprocultura: identificação bacteriana por meio das fezes;

* Exame parasitológico: análise laboratorial feita a partir de uma amostra das fezes, buscando detectar a presença de elementos indicativos da existência de parasitas no intestino, bem como determinar o seu tipo;

* Pesquisa de rotavírus: detecção para saber se a virose do trato gastrointestinal é causada pelo rotavírus, que desencadeia surtos de gastroenterite.

Sobre o LANAC

Há 22 anos, o LANAC – Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 280 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. Além da sede central, o LANAC mantém outros trinta postos de coleta na cidade. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2008 atualizada desde 2004.  <marilia@iemecomunicacao.com.br>

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