Fumar potencializa nível do mau colesterol

De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 18,4 milhões de brasileiros, com mais de 18 anos, apresentam colesterol alto, o que representa 12,5% da população adulta. Outro número alarmante é o de fumantes. Estimativas da OMS apontam que um terço da população mundial adulta, ou seja, 2 bilhões de pessoas, sejam fumantes. Além disso, pesquisas comprovam que cerca de 47% de toda a população masculina mundial e 12% da feminina fumam.

Embora algumas pesquisas mostrem que no Brasil o número de fumantes venha diminuindo nos últimos anos, essas duas estatísticas representam uma situação extremamente preocupante para a saúde da população. Tanto o fumo como o excesso de gorduras no sangue são fatores de risco importantes para uma condição clínica chamada aterosclerose, que é o acúmulo de gordura nas principais artérias do organismo. O endotélio (revestimento interno nas artérias) sofre agressão por diversos fatores, como a hipertensão, o colesterol elevado e o tabagismo. Isso favorece o acúmulo de gorduras nessas artérias, principalmente o LDL, o que leva, a médio e longo prazo à obstrução desses vasos sanguíneos, com a diminuição do sangue que chega aos principais órgãos, como por exemplo, coração ou cérebro. O resultado final desse processo é a ocorrência de infarto ou AVC, esse último mais conhecido como derrame cerebral.

“O maior problema nesses casos é que a evolução da aterosclerose, em geral, é silenciosa, isso é, não gera sintomas. Em grande parte das pessoas, a primeira manifestação clínica é a própria complicação (infarto ou AVC), e, por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são tão importantes”, destaca a gerente médica da unidade MIP (medicamentos isentos de prescrição) do Aché Laboratórios, Dra. Talita Poli Biason.

Para evitar o acúmulo de placas de gordura, colesterol e demais substâncias que possam impedir as paredes das artérias e prejudicar o fluxo sanguíneo, algumas medidas são essenciais. “É indispensável realizar exames preventivos regularmente e manter a pressão arterial controlada. Também é importante cultivar um estilo de vida saudável, que inclui, certamente, parar de fumar, praticar atividades físicas e manter uma alimentação equilibrada, que pode ser complementada com o consumo de suplementos alimentares úteis no controle do colesterol.”

Os fitoesteróis extraídos da soja, canola e girassol, aliados a essas medidas, ajudam a inibir a absorção do colesterol no intestino e proporcionam benefícios ao organismo que podem ser notados a partir da terceira semana de uso do alimento, reduzindo de 8% a 15% o LDL, conhecido popularmente como o colesterol ruim. O consumo diário é de 1,3 a 2,0g de fitoesterol.

 

CIGARRO: PREJUÍZOS AO ORGANISMO

A fumaça do cigarro contém mais de cinco mil substâncias tóxicas. A nicotina, por exemplo, é a principal causadora do vício. Ela consegue, em apenas 10 segundos, percorrer todo o corpo humano, e quando inalada ou absorvida pelo pulmão, entra na corrente sanguínea e libera substâncias que proporcionam uma grande sensação de prazer. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do sangue, dificulta a oxigenação e, consequentemente, priva alguns órgãos do oxigênio causando doenças como a aterosclerose.

O alcatrão, por sua vez, é responsável pelas manchas na pele, nos dedos e nos dentes dos fumantes. No pulmão, deixa uma coloração castanho-escura. O Arsênio, usado como pesticida durante o plantio do tabaco causa lesões em órgãos como fígado, pulmão, dentes, ossos, rins e coração. Já o acetato de chumbo, muito usado em tinturas para cabelo, afeta, sobretudo, pulmão e rins, gerando enfisema e câncer de pulmão.

 

Sobre o Collestra

Collestra é um alimento funcional produzido em cápsulas gelatinosas e utilizado no auxílio da redução do colesterol. O uso de fitoesteróis como aliado nesta redução é recomendado como parte de mudanças no estilo de vida pela V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção da Arterosclerose. E o consumo  recomendado pelo Consenso Europeu é de até 2g/dia. Collestra reduz de 8% a 15% do colesterol ruim a partir da terceira semana de uso, auxiliando na manutenção da saúde cardiovascular. Ao alcançar o intestino, seu princípio ativo compete com o colesterol, reduzindo a sua absorção. Enquanto 55 – 60% do colesterol é absorvido no intestino, menos de 5% dos fitoesteróis são absorvidos quando consumidos.,  Cada cápsula conta com 650 mg de ésteres de fitoesteróis de origem vegetal extraídos da soja, do girassol e da canola. A indicação do consumo ocorre de 2 a 3 cápsulas por dia, conforme recomendação médica e pode ser utilizado com tranquilidade desde o primeiro sinal – baixo e médio risco, como também em pessoas com histórico de altos índices como adicional ao tratamento farmacológico, ou ainda os que possuem intolerância a fármacos utilizados para o tratamento de colesterol.

 

Sobre o Aché Laboratórios

O Aché é uma empresa 100% brasileira, que completa 50 anos de atuação no mercado farmacêutico em 2016. Conta com três complexos industriais: em Guarulhos (SP), em São Paulo (SP) e em Anápolis (GO). Emprega quase 4,5 mil colaboradores e conta com uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de Saúde e consumidores, o Aché oferece um portfólio com 303 marcas em 747 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos e nutracêuticos. Ao todo, são 130 classes terapêuticas e mais de 20 especialidades médicas atendidas. Recentemente, com a criação da Bionovis, passou a atuar em Biotecnologia. Exporta para 12 países das Américas, África e Japão. Em 2015, ficou em 1º lugar na categoria Farma e Life Science do prêmio Inovação Brasil do jornal Valor Econômico em parceria com a consultoria Strategy&. Também conquistou a primeira colocação do setor no Prêmio Empresas Mais, criado este ano pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada à Universidade de São Paulo. Em 2014, o Aché foi apontado a melhor empresa do setor farmacêutico no ranking Melhores e Maiores, da revista Exame.

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