Para entender a leishmaniose

Myrna Campagnoli, médica do Laboratório Frischmann Aisengart, é quem explica a doença

O Paraná teve, no final de janeiro, a confirmação da primeira morte do ano por leishmaniose visceral humana. A vítima era da cidade de Foz do Iguaçu. De acordo com Myrna Campagnoli, médica do Frischmann Aisengart, a leishmaniose é provocada pelo parasita leishmania e transmitida pela picada do mosquito-palha fêmea infectado. Os mosquitos se alimentam do sangue de animais e de humanos para desenvolver seus ovos. “Se o sangue contendo parasitas leishmania for sugado de um animal ou de um humano, a próxima pessoa que for picada também será infectada e desenvolverá a leishmaniose”, explica.

A Dra. Myrna descreve que a doença tem alta taxa de mortalidade em cães e raramente é contraída pelos seres humanos. Inicialmente, os parasitas causam feridas no local da picada do mosquito-palha. Se a doença progredir, ela  pode evoluir para uma forma mais grave, chamada leishmaniose visceral, que ataca o sistema imunológico e que quase sempre é fatal, se não tratada. “A leishmaniose visceral se manifesta de dois a oito meses após a infecção, com sintomas mais generalizados, incluindo febre prolongada e fraqueza”, afirma.

A médica reforça que existem diferentes tipos de tratamento para a leishmaniose visceral, geralmente com 30 dias de injeções intramusculares. Os medicamentos são bastante tóxicos e representam um risco aos pacientes, mas aqueles que são curados quase sempre desenvolvem imunidade vitalícia.

O teste mais sensível e específico para diagnóstico de leishmaniose é a detecção por PCR. Neste exame é feita a extração do DNA a partir de uma coleta de sangue. Outros métodos de diagnóstico da leishmaniose são o teste de pesquisa e os exames de tipagem, que permitem determinar o sorotipo do anticorpo. Nesta última categoria, existem o teste de anticorpos IgG e o de anticorpos IgM. Recomenda-se, entretanto, que se espere pelo menos até o quinto dia do início dos sintomas para realizar a sorologia, já que ela depende da presença de anticorpos. A Dra. Myrna indica que os exames sejam realizados a critério do médico. Todos estes exames são ofertados no Laboratório Frischmann Aisengart.

Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart

O Laboratório Frischmann Aisengart tem mais 70 anos e é considerado uma referência para o segmento de medicina diagnóstica. Possui mais de 600 colaboradores e mais de 30 unidades no Paraná. São mais de três mil tipos de exames de análises clínicas, soluções diferenciadas e alto padrão de atendimento, além do serviço de vacinas. Para mais informações: www.labfa.com.br ou (41) 4004-0103.  Siga o Laboratório Frischmann Aisengart nas redes sociais: Blog – blog.labfa.com.br; Facebook – facebook.com/laboratorio.fa.

 

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