Preços aprazíveis ao bolso e pagamentos facilitados tornam tratamentos odontológicos mais acessíveis

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Para um país que reúne o maior número de dentistas no mundo, são 260 mil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde – PNS (dados de 2013), divulgada pelo IBGE, fazer uma simples consulta ao dentista, por ano, ainda não está previsto no orçamento da maioria dos brasileiros. Menos da metade da população, só 44,4%, se consulta com um dentista anualmente. Fazer procedimentos como  clareamentos, implante de coroas e colocação de “lentes de contato dentais”  pode ser considerado até um ‘luxo’.

 

No entanto, mudanças como pagamentos facilitados e preços mais aprazíveis ao bolso estão tornando os tratamentos odontológicos mais acessíveis. Até os procedimentos que costumam ser mais caros já podem ser feitos, inclusive,  parcelados no cartão de crédito. 

 

Na opinião do dentista Julio Cezar Sá Ferreira, implandontista, pós-graduado em Periodontia e Master of Science pela Universidade da Califórnia (EUA), a tendência do ‘luxo acessível’ também foi incorporado pela odontologia, em todo mundo. Clareamentos a laser, gengivoplastia (melhora da aparência do sorriso gengival), colocação de facetas de porcelanas e “lentes de contato dentais” – que são lâminas de porcelana finíssimas  – e cirurgias de reconstrução óssea são alguns dos serviços que já estão mais acessíveis.

 

E foi a possibilidade de poder parcelar o valor do tratamento em dez vezes no cartão de crédito, que levou a publicitária Jennifer Schorsch, 30 anos, a realizar pela primeira vez um clareamento a laser. “O preço já está bem mais acessível, mas o parcelamento compensou bastante. Fiquei muito satisfeita, pude fazer o clareamento em uma hora e meia e já tive um excelente resultado. O custo benefício valeu muito”, conta Jennifer, que buscou o tratamento, clareamento dental Megasmile Blue-ray System, por uma questão estética.

 

Do ponto de vista clínico, os dois principais ganhos desse sistema (Megasmile) é que ele clareia de 4 a 12 tons em uma hora, sem provocar a sensibilidade pós operatória. “O paciente não fica com dor, como acontece nos métodos tradicionais. Tem muita gente que desiste de fazer um clareamento por causa da dor. Até manchas resistentes, como as que são causadas pelo antibiótico tetraciclina, o Megasmile consegue bons resultados após uma segunda sessão, sem custos adicionais para o paciente”, informa a dentista Vanessa Leite Passos, que realiza o procedimento em consultório.

 

Há cerca de cinco anos, um tratamento como o realizado pela publicitária Jennifer Schorsch teria custado até três vezes mais. E também causaria muito desconforto no pós-operatório. A tecnologia do Megasmile é um sistema de clareamento que usa um gel de peróxido de hidrogênio fotossensível, que é pincelado nas faces externas dos dentes e associado à exposição de raios do espectro azul visível, com comprimento de ondas entre 480 e 520 nanômetros – que permitem menores aumentos de temperatura interna e maior rapidez na reação química de branqueamento.

 

Durante o procedimento, o raio desliga-se em sessões de 15 minutos, para que seja feita uma lavagem da boca e verificação da nova tonalidade. Se houver necessidade de mais clareamento, são feitas mais sessões. O processo não causa prejuízos ao esmalte nem aos nervos dos dentes, e é considerado o mais seguro clareamento dental cosmético disponível no mercado. A contra indicação é para pessoas com menos de 16 anos, mulheres grávidas e que estão amamentando.

 

Preços dos tratamentos podem variar até 40% entre os consultórios

 

 Segundo o Dr. Julio Cezar de Sá Ferreira, houve realmente uma redução de custos de vários procedimentos nos consultórios, devido às novas tecnologias e técnicas, e também porque hoje temos produtos nacionais de qualidade. “Além disso, ocorreram mudanças culturais da população, que busca um padrão de beleza que passa por um sorriso mais bonito. Temos que lembrar que também existe a questão da oferta e da demanda e agora lidamos com um momento de incertezas econômicas”, contextualiza  o especialista, que realizou pela primeira vez no Brasil os implantes de titânio – no ano de 1987, em Curitiba, o que revolucionou na época o tratamento dentário de pacientes que perderam os dentes. 

 

“Para oferecer o melhor serviço, inclusive o mais sofisticado, sem aumentar o preço, é preciso fazer um planejamento minucioso, associar a experiência profissional ao atendimento mais humanizado, e manter a qualidade”, ensina Julio Cezar Sá Ferreira, lembrando a importância em se fazer uma pesquisa para não só conseguir o melhor preço, mas também é fundamental ter indicações de bons profissionais, que possam executar o tratamento com qualidade.

 

De acordo com o especialista, os preços dos tratamentos podem variar muito chegando a uma diferença de 40% de um consultório para outro, assim como há diversidade no treinamento entre os profissionais da área. 

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