Frio chega a algumas cidades e as feiras de roupas começam

Há regiões no Brasil que são conhecidas pelas suas características climáticas e as pessoas já sabem quando será necessário preparar o guarda-roupa para a mudança de temperatura. Em função disso, o mercado de feiras de roupas se mantém há muitos anos, principalmente em polos em que o frio chega com tudo. Ainda em abril, começam duas delas: a Feira de Malhas de Tricô do Sul de Minas, em Belo Horizonte (MG), e a Feira Brasil Moda Show, aqui em Curitiba (PR), ambas de 29 de abril a 8 de maio.

Na feira mineira, o protagonista da exposição é o tricô. Os visitantes poderão conferir peças leves de roupas para os dias amenos, bem como as mais pesadas para dias frios, todas com variações de textura e espessura dos fios. A Feira de Malhas de Tricô do Sul de Minas acontece das 13h às 21h e será realizada na Rua Guajajaras, nº 1022, no Centro de Belo Horizonte.

Já a Brasil Moda Show acontecerá das 14h às 22h, na Expo Renault  Barigui, centro de eventos localizado dentro do Parque Barigui. A feira conta com mais de 200 lojas em exposição, apresentando novidades em lã, couro, móveis, decoração, artesanato, acessórios em geral e calçados. A feira é uma das melhores alternativas para quem pretende investir ou compreender melhor o mercado da moda no Brasil. Em 2015, por exemplo, o evento contou com a presença de mais de 40 mil pessoas. 

Mais do que um espaço para os consumidores conhecerem as últimas tendências, essas feiras de roupas movimentam a economia local e valorizam, principalmente, o trabalho de produtores regionais. Além disso, os espaços também permitem a troca de experiências entre lojistas e atraem investidores em busca de novos negócios.

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Você sabia?
Na Pré-história, o homem precisava se deslocar de um local a outro em busca de comida e novos abrigos. Com a variação climática de cada região, ele sentiu a necessidade de se proteger do frio repentino e encontrou na pele de animais uma alternativa para se aquecer. Como a pele era bastante dura e cobria poucas partes do corpo, eles as mastigavam para que ficassem mais maleáveis. Conforme mais necessidades surgiam, novas descobertas apareciam e, entre elas, a confecção de fios compridos e resistentes a partir de caules e plantas. Inclusive, alguns arqueólogos identificaram agulhas primitivas feitas com ossos e marfim há mais de 30 mil anos, que eram utilizadas como instrumento de costura. <gisele.luz@rodoviariaonline.com.br>

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