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Banimento do amianto no Paraná – As verdades sobre o amianto Crisotila

A respeito da nota Em acordo na Justiça do Trabalho, Multilit se compromete a banir amianto até 2018 recebemos do Instituto Brasileiro de Crisotila (IBC) o seguinte esclarecimento:

  • As telhas de amianto são usadas no Brasil há quase cem anos. Mais da metade das casas do país têm telhas com esta fibra natural. Ninguém nunca ficou doente por morar em uma casa com telha ou caixa d´água de amianto.
  • É cientificamente provado que o amianto das telhas não faz mal à saúde dos moradores.
  • O amianto anfibólio, usado sem os cuidados de hoje, foi proibido no mundo todo. O amianto usado no Brasil é o Crisotila – permitido em mais de 150 países.
  • O uso do amianto Crisotila hoje é seguro, controlado e fiscalizado. Não oferece riscos à saúde de trabalhadores, de quem comercializa ou de quem usa telhas com a fibra.
  • É preciso considerar que o fator de risco maior aconteceu de 1970 a 1980 – quando o amianto usado no país também era o anfibólio e ainda não existiam os cuidados que há hoje.
  • Não existirá mais qualquer caso de doença relacionada ao amianto que hoje é produzido e usado no Brasil. Trabalhadores admitidos a partir de 1980 não tiveram ou têm qualquer doença relacionada ao amianto.
  • O amianto beneficia principalmente a população de baixa renda.
  • Existe uma campanha difamatória feita por concorrentes de fabricantes de telhas e caixas d´água com amianto. O objetivo é substituir a fibra de amianto por outra mais cara, que dura menos, é pior e polui o meio ambiente.
  • Poucos produtos são tão fiscalizados quanto o amianto desde a sua extração até chegar ao consumidor final. Todas as etapas são rigorosamente monitoradas para a segurança da saúde do trabalhador.
  • O Brasil é referência no mundo por suas leis rigorosas sobre o uso seguro do amianto.
  • Mais de 170 mil trabalhadores vivem dessa atividade. Hoje, a mineradora Sama, que extrai ao amianto em Minaçu (GO), é reconhecida e premiada como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.
  • O ministro Marco Aurélio, relator de duas ações sobre o assunto no Supremo, já se posicionou sobre o assunto. Decidiu que o amianto fica no mercado e que não há motivos para bani-lo.
  • O amianto é um produto 100% natural, 100% brasileiro e ajuda o Brasil a crescer. A cadeia produtiva do amianto movimenta R$ 3,7 bilhões por ano.

Instituto Brasileiro de Crisotila – IBC”

<cristina@original123.com.br>

6 Comentários em Banimento do amianto no Paraná – As verdades sobre o amianto Crisotila

  1. Edinilson Honório // 29/06/2016 em 6:22 PM // Responder

    Queria eu que todas as empresas do nosso Brasil tivessem a qualidade de vida, que todos os trabalhadores da indústria do amianto tem.
    Muita demagogia, querer banir o amianto crisotila.

  2. Ednaldo Luiz Corrêa // 30/06/2016 em 10:54 AM // Responder

    “Uma mentira falada várias vezes acaba virando verdade”
    Estou quase acreditando neste ditado, Pois se tirarem o amianto do mercado, será para mim a maior evidência, que uma mentira falada várias vezes, pode vencer uma verdade. Será uma pena, queria muito que meus filhos trabalhassem nesta grande empresa. Onde os trabalhadores são levados a sério, a segurança, saúde e qualidade de vida do trabalhador são prioridades. Minha avó trabalhou aqui, “Pensa em uma velhinha que ainda é saudável”, meu sogro também teve o privilégio de se aposentar aqui. Eu já trabalho a 21 anos, será orgulho se meus filhos tiverem oportunidade de aqui trabalhar. Minha família é uma evidência, assim como várias, que o Amianto não é e nem nunca foi esse “Bicho Papão”. Mesmo em meio as grandes resistências, vamos continuar lutando pela verdade.

  3. Quisera que esmpresas com peso de nome como a vale e tantas outras tivessem o mesmo pensamento em relação a segurança do trabalho, fiscalização e monitoramento do seu produto, destaque no ranking internacional como nacional de melhor empresa para se trabalhar, etc… será que esse pessoal não vai se cansar de falar mal do que não conhece? veja o que nossa estatal causou e não há ninguém se importando com vítimas até agora não é mesmo? e de amianto não há ninguém morrendo. Quanta ironia, só sendo no Brasil mesmo.

  4. ildes Barbosa de Castro // 02/07/2016 em 8:31 AM // Responder

    Me sinto triste…Nasci aqui em Minaçu, se o amianto fosse tão ofensivo igual falam eu já teria morrido..fui uma das primeira levar comida para meus tios que trabalhavam ali na usina quando tudo começou..não havia proteção e tão pouco os vitros de polição que tem hoje..meu ex. esposa e aposentado na SAMA nunca teve problema de saúde..isso tudo e Policita para colocar uns produtos no mecardo que não tem a durabilidade do amianto..uma vergonha esse Brasil..

  5. José Palmério Goulart // 02/07/2016 em 2:48 PM // Responder

    Uma vergonha saber que ainda existe tantos desinformados a respeito do AMIANTO, e principalmente saber que normalmente só se mostram ás vésperas de campanhas eleitoreiras, sinto me privilégiado de poder termos morado e trabalhado eu e meu pai,na Mina de Cana Brava, somados juntos 50 anos, com boa qualidade de vida e saúde, meu pai hoje com quase 80 anos, aposentado, e eu já passei dos 50 anos, e ainda temos que ficar lendo matérias assim, sem nenhum fundamento, e quando se da entrada em pedidos de aposentadorias por exposição ao amianto o INSS nega, alegando que amianto não tem e não causa doenças devido aos níveis de segurança aos quais os trabalhadores estão expostos. É o poder econômico impondo produtos de alta rotatividade sobre produtos de qualidade e durabilidade centenária.

  6. Vanderlei Zampaulo // 12/07/2016 em 11:40 PM // Responder

    Os trabalhadores conquistaram ambientes seguro de trabalho com o amianto crisotila, ignorado por autoridades desinformadas. Uma pena tantos intelectuais, que ganham para defender os interesses da população e do Brasil, cometer um equívoco que está ficando cravado na história do nosso país. Até quando vamos assistir decisões infundadas serem tomadas em gabinete, sem ouvir os trabalhadores e quem conhece e vive a atual realidade do setor.

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