Metade dos infartos são ‘silenciosos’. Não espere ele se expressar

Segundo uma pesquisa da Associação Americana do Coração, quase a metade dos infartos nos Estados Unidos acontecem sem a manifestação de sintomas prévios, como dores no peito, falta de ar, fadiga e náuseas. Esse fato deixa as vítimas mais expostas às complicações pós-infarto pois não estão preparadas para tal incidente.

— As consequências de um ataque cardíaco silencioso são tão ruins quanto as de um ataque cardíaco reconhecido. Mas como os pacientes não sabem que sofreram um ataque cardíaco silencioso, eles podem não receber o tratamento necessário para prevenir outro no futuro. – afirma Elsayed Soliman, diretor de cardiologia do Centro Médico batista de Wake Forest, nos Estados Unidos.

Na pesquisa, os cientistas analisaram dados de quase 10 mil americanos inscritos em um estudo para avaliar as causas e consequências da aterosclerose. De lá para cá, esses voluntários, de ambos os sexos e tanto caucasianos quanto afrodescendentes, passaram por cinco avaliações médicas em que foram submetidos a exames de eletrocardiograma (ECG).

Das pessoas analisadas no estudo, 386 tiveram infartos sintomáticos no período da pesquisa, enquanto 317 sofreram ataques cardíacos silenciosos que só foram diagnosticados graças ao exame de ECG, ou seja, 45% do total de episódios. Além disso, pelos cálculos dos pesquisadores, as vítimas desses infartos silenciosos apresentaram uma chance três vezes maior de morrerem de doenças cardíacas do que os voluntários que não tiveram ataques, além de um risco de morte por qualquer causa 34% superior a eles.

Diante deste quadro, fica mais visível a necessidade dos exames preventivos para checar a condição cardíaca. Antevendo esta tendência de aumento do número de doenças ‘silenciosas’, a Angio Cor reuniu suas oito especialidades médicas para promover uma análise detalhada da saúde de seus clientes. Com o programa Angio Cor Previne, aliam-se os conhecimentos e avaliações dos médicos das áreas de cardiologia, angiologia, endocrinologia, gastroenterologia, dermatologia, ginecologia, urologia e nutrição para um mapeamento profundo do quadro de saúde do paciente. Ao menor de alteração em alguma destas áreas, todo o sistema de especialidades é colocado à disposição tanto para complementar o diagnóstico como para oferecer soluções de saúde. (th.almada@gmail.com)

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