Seleção masculina de vôlei estreia na Liga de olho nas Olimpíadas

Médico da equipe comenta sobre o “grupo da morte” nos jogos Rio-2016

Alvaro Chamecki (1)A seleção brasileira masculina de vôlei estreia na Liga Mundial na próxima quinta-feira (16/6), jogando contra o Irã, no Rio de Janeiro. Será a primeira competição oficial do ano, além de um grande teste para ver como está o time antes das Olimpíadas do Rio de Janeiro, como conta o médico da equipe, o ortopedista curitibano Álvaro Chamecki, que há duas décadas acompanha o treinador Bernardinho nas seleções nacionais – primeiro a feminina e depois a masculina.

Nos jogos Olímpicos, a equipe caiu no chamado “grupo da morte”, trazendo desafios difíceis logo de cara: Estados Unidos, Itália, França, Canadá e México. “No começo isso pode ser um complicador, mas se passarmos, depois teremos jogos teoricamente não tão difíceis”, avalia Álvaro Chamecki. “Americanos e italianos têm muita tradição e sempre são candidatos ao pódio, enquanto a França vem muito fortalecida, sendo a atual campeã européia e também da Liga Mundial. O Canadá não vem jogando bem, porém já aprontou algumas surpresas nos últimos anos. O México, o menos cotado de todos, não promete preocupar tanto”, explica.

Segundo Chamecki, depois de seis amistosos – quatro contra a Eslovênia e dois contra a Argentina – a equipe está no caminho para ser colocada à prova na Liga Mundial. “O foco principal são as Olimpíadas, então o time pode aproveitar a Liga para ganhar conjunto”, sintetiza. “Fisicamente e mentalmente a preparação vem sendo muito boa”.

Na Liga Mundial, a seleção poderá fazer até 13 jogos num espaço de um mês, passando por quatro países. O Brasil estreia em casa, no Rio, enfrentando Irã, Argentina e EUA, vai à Belgrado pegar Sérvia, Irã e Bulgária e depois para em Nancy para jogar contra Polônia, Bélgica e França. A fase final será na Polônia, em Cracóvia.

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