Laqueadura minimamente invasiva é tema de curso de Especialização para Ginecologistas

Nos dias 25, 26 e 27 de agosto, cerca de 30 ginecologistas de diversos estados brasileiros participarão do exercício prático de aplicação do método de laqueadura por Histeroscopia por meio do simulador de procedimento, tecnologia que recria ao máximo a percepção de realidade para quem o manuseia.

O curso de Pós-Graduação com Especialização em Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP) oferece o que há de mais moderno em tecnologia e equipamentos, aliado à consistente base teórica, prática e científica. “A parte prática em Histeroscopia é bastante interessante e diferenciada, pois oferece o recurso do simulador, experiência valiosa aos profissionais. Enquanto que para alguns significa aprimoramento, para outros é o primeiro contato. E isto resulta na ampliação à oferta deste atendimento em várias outras regiões do Brasil”, afirma o Dr. João Antônio Dias Junior,coordenador do curso e do Centro de Reprodução Humana do Hospital Sírio-Libanês.

A coordenação do curso também é realizada pelos ginecologistas Prof. Dr. Mauricio Simões Abrão, Prof. Dr. Carlos Alberto Petta e Dr. Luiz Flávio Cordeiro Fernandes.

Durante o módulo de Histeroscopia, os alunos farão a simulação do procedimento com o microimplante Essure, um método contraceptivo feminino permanente, que substitui a laqueadura cirúrgica.

Considerado como primeira opção entre as mulheres europeias e norte-americanas, o método aprovado pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária começa a ser mais conhecido no Brasil por sua praticidade, pois não oferece os riscos de uma cirurgia e tem eficácia de 99,8%.

Diferente da laqueadura cirúrgica, o Essure é um dispositivo que consiste em um microimplante macio e flexível, de apenas quatro centímetros, em titânio e níquel (materiais que apresentam excelente compatibilidade com o organismo) que, introduzido pela vagina por um equipamento extremamente fino (histeroscópio), é colocado em cada uma das tubas uterinas.

“Nas semanas que se seguem ao procedimento, o corpo e os microimplantes trabalham juntos para formar uma barreira natural que impede o espermatozoide de alcançar o óvulo. Por esse motivo, durante os três primeiros meses, a paciente deve continuar a usar outra forma de contracepção. Após este período, é realizado exame de imagem da pelve e, confirmada a oclusão, não é mais necessário o uso de outro método contraceptivo”, explica o Dr. João Dias.

O procedimento também é especialmente indicado para mulheres que apresentam efeitos adversos a outros métodos contraceptivos e que não desejam mais ter filhos. “Além de ser uma excelente opção para as mulheres que apresentam alguma patologia que aumente os riscos cirúrgicos como, por exemplo, hipertensão, cardiopatia, diabetes, obesidade, entre outras”, afirma o médico.

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Microimplante Essure 

Serviço: Módulo de Histeroscopia do curso de Pós-Graduação (Lato Sensu) com Especialização em Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva
Data: 25 26 e 27 de agosto de 2016
Realização: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP)
Endereço: Rua Professor Daher Cutait, 69 – Bela Vista – São Paulo/SP
Informações: www.hospitalsiriolibanes.org.br/iep

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