Obesidade e a infância – os cuidados que os pais devem tomar para manter a saúde dos filhos em dia

O excesso de peso é um problema grave de saúde, que pode predispor ao desenvolvimento de diversas complicações. Uma em cada três pessoas está acima do peso no mundo e, somente entre crianças menores de 5 anos, 42 milhões estão com sobrepeso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, constatou-se que 7,3% das crianças nessa faixa etária estão com excesso de peso e, entre 5 e 9 anos, o percentual chega a 33,5%, de acordo com a pesquisa de 2015 feita pelo Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos (SNIDH). Dessa forma, a atenção dos pais deve ser redobrada com a alimentação e os hábitos dos filhos.

Uma alimentação saudável é o primeiro passo para prevenir a obesidade na infância. Nos primeiros seis meses de vida, o ideal é o aleitamento materno exclusivo, que supre todas as necessidades do bebê. A partir dessa fase, evitar alimentos industrializados e bebidas açucaradas já pode surtir um grande efeito no nível de açúcar consumido. Além disso, habituar a criança a consumir frutas e verduras também é essencial. Uma estratégia para incentivar a ingestão desses alimentos é transformar o momento de se alimentar em algo divertido e saboroso, chamando as crianças para auxiliar no preparo das refeições.

Além da alimentação balanceada, a maneira com que as crianças brincam também pode interferir no aumento de peso. A realização de brincadeiras mais ativas, que tirem a criança da frente da televisão ou do computador, pode ajudar muito na manutenção de peso saudável durante a infância. “A prática de atividade física regular interfere diretamente no apetite e no sono da criança, sendo um aliado importante na prevenção e combate à obesidade infantil”, afirma o endocrinopediatra, Dr. Alexandre Menna Barreto.

Para prevenir e tratar o sobrepeso e obesidade, assim como as complicações associadas, é necessário o acompanhamento médico e exames laboratoriais. “Muitas crianças com excesso de gordura corporal têm alteração nas taxas de glicose e colesterol no sangue, correndo risco de desenvolver doenças cardíacas e diabetes”, explica o médico, que alerta para a maior probabilidade de crianças obesas se tornarem adultos obesos, o que inevitavelmente resultará em sérios problemas nas fases adulta, assim como na terceira idade.

 

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Paula Batista – Lide Multimídia

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