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Combatendo o afogamento infantil: entenda os riscos e saiba quando uma piscina é segura

Equipe do Grupo Gustavo Borges traz dicas sobre medidas de segurança 

Criança que tem contato intenso com água é criança feliz! A natação é excelente esporte para o desenvolvimento respiratório e motor, além de trazer os benefícios físicos e mentais da prática de atividade física. Estar em contato mais intenso com a água ainda dá aquele cansaço nas crianças, auxiliando o sono, que os pais adoram.

Do outro lado dessa moeda infelizmente está o alto índice de acidentes: afogamento é a segunda causa de óbito em crianças de até 9 anos, principalmente na piscina – e a terceira para a faixa etária de 10 a 19. Por isso, quando uma criança está na água, toda atenção é necessária. Você sabe se a piscina da sua casa é protegida? Sabe quais são as medidas para deixá-la mais segura?

De acordo com Ana Pinheiro, da equipe da Metodologia da Gustavo Borges, quem regulamenta a segurança das piscinas no Brasil é a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), que realiza um trabalho de conscientização sobre os riscos aquáticos e divulga informações sobre medidas preventivas. Uma das campanhas da SOBRASA é a “Piscina + Segura”, que faz quatro recomendações fundamentais:

Atenção 100% no seu filho: a primeira medida preventiva sempre vai ser o seu olhar cuidadoso, sua proximidade com ele quando ele estiver na piscina.

Guarda-vidas: em ambientes residenciais não há como ter guarda-vidas, mas eles devem estar nos ambientes privados, como clubes, e em alguns públicos, como as praias.

Urgência: saiba agir em emergências aquáticas. A urgência está na ação do guarda-vidas ou na sua ação rápida de ligar para o número de emergência (como bombeiros ou SAMU).

Acesso restrito: cerque a piscina. As piscinas devem cobertas ou cercadas em uma altura que crianças até 10 anos não consigam abrir ou saltar e com trava de acesso para fora (assim o pequeno dá um passo para trás, se afastando da piscina). A cerca ou grade também não pode ser escalável.

Sucção: use ralos antissucção ou bocal de aspiração e meios de interrupção de bomba. Os ralos e bocais diminuem a sucção, que podem puxar partes do corpo, como o cabelo, enquanto o botão antipânico (que fica em uma parede da piscina, com fios ligados à bomba que produz a sucção), interrompem a bomba de sucção. Se você estiver montando o espaço da piscina, a dica é distribuir os ralos para diminuir a sucção em cada uma.

De acordo com Ana, a prevenção deve acontecer em três âmbitos – espaços mais seguros, professores e pais mais seguros e crianças mais seguras, adotando as recomendações da SOBRASA. Para os pequenos nadadores, o importante é saber os riscos e respeitar as regras de conduta, que consistem em sempre estar com o cabelo preso quando estiver na piscina, nunca correr no ambiente (apenas andar), evitar brincadeiras de andar na borda, jogar na água, disputar quem fica mais tempo debaixo d’água sem respirar. Assim é evitado o afogamento incidental, aquele que pode ser previsto.

Ela conta que o erro mais comum nas piscinas residenciais é a falta da cerca: “elas quase nunca têm acesso restrito. O problema é que os acidentes infantis acontecem muito rápido, em um piscar de olhos. É muito rápido e silencioso. Em um segundo de distração o pior pode acontecer sem você ter ouvido absolutamente nada. As medidas de prevenção são necessárias para evitar isso”.

Para o seu filho estar em segurança, ele sempre deve estar em companhia da família quando estiver brincando com água. Para as crianças de até 2 anos, o risco maior são olhos d’água menores, como privada e balde, banheira e máquina de lavar, mais até do que a piscina.

Em todas as unidades da Academia Gustavo Borges, os professores fazem a vez do guarda-vidas, uma vez que são preparados para agir em casos de emergência. As portas de acesso à piscina têm trava e o ambiente é monitorado. As unidades periodicamente promovem o evento “Semana mais Segura”, que é uma semana cheia de atividades lúdicas para as entenderem os riscos da piscina e como agir diante deles.

Com todas as medidas preventivas expostas aqui, sua casa estará vacinada contra o afogamento! E como o aprendizado das crianças acontece muito mais com exemplos, lembre-se que ela vai imitar as suas atitudes. Continue dando ótimos exemplos para ela ficar em segurança!

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