Faculdades Pequeno Príncipe: uma instituição de ensino liderada por mulheres

No dia 8 de março, Dia da Mulher, devemos celebrar, valorizar e conhecer a história de mulheres inspiradoras.

O Complexo Pequeno Príncipe, formado pelo Hospital Pequeno Príncipe, Faculdades Pequeno Príncipe e Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe é um exemplo de história formada por ideais e esforços de mulheres à frente do seu tempo. Em toda a sua história, a presença feminina foi essencial para o crescimento e desenvolvimento do Complexo.

Portanto está no DNA da Faculdades Pequeno Príncipe disseminar o conhecimento visando contribuir para a construção de uma sociedade saudável, cidadã e solidária e comprometer-se com a equidade de gênero em todas as etapas do processo de ensino-aprendizagem.

Exemplo disso é sua organização interna, liderada por cinco diretoras: Geral, Administrativo-Financeira, Acadêmica, Extensão e Pesquisa e Pós-graduação.

Entre elas, está a Professora Doutora Patricia Forte Rauli, Diretora Geral, recém-titulada Embaixadora da Paz e Doutora Honoris Causa em Filosofia da Educação, pela Organização das Américas para a Excelência Educativa (ODAEE), em Cuba.

Mulheres e o mercado de trabalho

As mulheres são grande maioria nas áreas de Ensino e Saúde. Segundo dados de 2013 do Inep, instituto de pesquisa do MEC, são 1,7 milhões de mulheres docentes apenas na Educação Básica. Em relação à área da saúde, mais especificamente à Medicina, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em 2009, demonstra que o número de mulheres já superou o número de homens ingressantes na área.

As mulheres estão cada ano mais presentes no mercado de trabalho, mas suas carreiras não alavancam para os cargos de chefia e diretoria. Segundo um estudo do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre 837 companhias brasileiras de capital aberto, com 73.901 cargos de diretoria, 7,7% destes cargos são ocupados por mulheres.

Essa situação acontece também em proporções mundiais. Em estudos feitos pela OECD (Organização pela Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em 2009, a proporção de mulheres nos conselhos empresariais no Canadá era 6%. 42% das empresas pesquisadas não tinha nenhuma mulher em seus conselhos.

 

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