Você já ouviu falar em paralisia facial?

Sorrir já não é tão fácil assim, levantar a sobrancelha e fechar os olhos parecem um desafio, e franzir a testa também não é um dos movimentos mais simples. Esses são alguns dos sintomas de quem já teve paralisia facial, perda dos movimentos da face – geralmente de um lado só – e que pode ocorrer repentinamente. Segundo o otorrinolaringologista Diego Malucelli, da Otorrinos Curitiba, é importante ficar atento às causas e não confundir com Acidente Vascular Cerebral (AVC).

“É importante observar que pacientes que começam a apresentar esses sintomas não estão, necessariamente, tendo um AVC. A paralisia facial periférica acomete toda a metade da face. No AVC, a lesão ocorre dentro do cérebro e a região afetada é diferente, pois testa e olhos geralmente não são afetados. Consultar um médico é fundamental para que a doença não avance e para que o paciente tenha uma boa evolução”, alerta o médico.

Há várias causas para a paralisia facial. A principal delas é a paralisia de Bell, tipo mais comum de paralisia facial e que, na maioria das vezes, é causada pelo vírus Herpes. Há, ainda, outros motivos, tais como infecção ou inflamação do nervo facial, doenças do ouvido, tumores, diabetes, traumas encefálicos, doenças autoimunes, entre outros.

A paralisia facial periférica pode acometer homens e mulheres de qualquer idade. Nos casos mais graves, o paciente pode conviver com a paralisia por toda a vida. No entanto, quanto antes for iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura.

Qualquer dificuldade de movimentação na face é sinal de alerta. Se forem diagnosticadas as causas e iniciado o tratamento correto e precocemente, as chances de sequela diminuem. Lembrando, também, que o tempo de recuperação é muito variável e depende de vários fatores como idade do paciente, a causa, o tempo do diagnóstico, o início do tratamento, entre outros”, completou Malucelli.

Outra recomendação do especialista é em relação ao cuidado com os olhos. “Pacientes com paralisia facial devem ter atenção especial com os olhos, pois como o movimento da pálpebra está reduzido não ocorre a proteção e a lubrificação adequada deles, podendo evoluir para cegueira”, finalizou o médico.

Sobre Diego Malucelli
Diego Malucelli é médico otorrinolaringologista, especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (SBORL) e Mestre em Distúrbios da Comunicação pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Possui MBA em Gestão de Negócios em Saúde pela Universidade Gama Filho e é especialista no tratamento de halitose. É professor da UTP, preceptor de Faringoestomatologia do serviço de especialização em Otorrinolaringologia do Hospital da Cruz Vermelha, além de Chefe do Serviço de Otorrinolaringologia no mesmo hospital.

Sobre a Otorrinos Curitiba
A Otorrinos Curitiba é a mais nova referência no atendimento da área de otorrinolaringologia da capital paranaense. Inaugurada em setembro de 2015 no bairro Mercês, a clínica possui estrutura moderna, excelente localização, tecnologia de ponta e profissionais altamente renomados para oferecer o melhor atendimento aos pacientes.

A Otorrinos Curitiba possui horário de atendimento diferenciado: de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados, das 9h às 17h. Para maior comodidade dos pacientes, possui estacionamento no local.

A clínica atende aos seguintes convênios: Unimed, Amil Assistência Saúde, Bradesco Saúde, Copel, Cassi, Evangélico Saúde, Mediprev, Sanepar, Saúde Caixa, Sinam, SulAmérica e Voam.

Serviço:
Otorrinos Curitiba
Rua Doutor Roberto Barrozo, 1381, 1º andar – Mercês
Telefone: (41) 3335-0302 / 3336-9640 / 3339-4084
Site: www.otorrinoscuritiba.com.br

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