76% das mães do Paraná devem ganhar presentes

Sondagem da Fecomércio PR aponta redução no tíquete médio, que será de R$ 101,30

 

Mais mamães do Estado serão presenteadas no 2º domingo de maio. Sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) mostra que 76% dos paranaenses pretendem dar presentes neste Dia das Mães, o que representa um acréscimo em relação ao ano passado, quando 71% dos filhos planejavam comprar algo para marcar essa data tão especial. Em 2015, a intenção de presentear chegou a 78%. Os que disseram que não presentearão suas mães foram 21,3% e os que ainda não sabem correspondem a 2,7%.

Neste ano, 42% dos consumidores apostarão em roupas, bolsas ou calçados para agradar as mães. Os perfumes e cosméticos serão a opção para 23% dos entrevistados e os acessórios para 10%. Há aqueles mais práticos ou que preferem não arriscar, e por isso 8% irão presentear sua mãe em dinheiro para que ela mesma compre o que quer. Na lista dos presentes mais prováveis aparecem ainda os eletrodomésticos (4%) e os livros (3%). Outros 10% afirmam que o presente será diferente dos mencionados nas alternativas da sondagem.

 

Enquanto a disposição de presentear aumentou em cinco pontos percentuais, por outro lado, o valor do presente diminuiu com relação a 2016. Neste ano o tíquete médio será de R$101,30. No ano passado o valor médio do presente era de R$104,00.

 

Para a maioria dos consumidores, 37%, a qualidade do produto é o que mais influencia na compra. No mesmo patamar de relevância, o preço baixo e o bom atendimento do vendedor aparecem na sequência, ambos com 19%. Outros 16% consideram o desconto à vista como fator decisivo na hora de presentear. Os demais são influenciados pela flexibilidade do estabelecimento com relação às formas e planos de pagamento (7%) e pela exclusividade do produto (2%).

 

Situação político-econômica

Os entrevistados foram questionados sobre a influência da crise político-econômica na sua intenção de presentear. A percepção do consumidor não mudou muito na comparação ao ano anterior. Agora, 80% dos consumidores culpam o governo por não poderem fazer compras de valores mais expressivos no comércio varejista. Em 2016, 82% tinham a mesma percepção e em 2015, 90% consideravam a situação do país como um fator importante para a redução da intenção de consumo e do valor do tíquete médio.

 

Metodologia

Foram ouvidos 300 consumidores na cidade de Curitiba entre os dias 24 de abril e 2 de maio. Por terem sidos coletados na Capital, os dados representam a intenção de compra em todo o Estado.

 

 

Assessoria de Imprensa:

Karla Santin – jornalismo@fecomerciopr.com.br

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