Muito além do check in

Não existe o certo ou errado na hora de viajar. Escolher o destino, programar a viagem e decolar. Parece fácil, mas às vezes, nem tanto. Antes de 1997, ao decidir viajar, o cliente se dirigia a uma agência de viagem e programava todo o trajeto. Com o impacto da internet, as cias aéreas reduziram os valores das comissões, criaram canais de vendas diretas ao cliente final e as agências de viagens precisaram se reinventar.

 

Nesse período também houve um crescimento de sites e empresas com canais de vendas exclusivamente online, denominadas OTA (online Travel Agency), que assumiram um importante papel na distribuição de produtos turísticos.

 

No entanto, as agências de viagens tradicionais não desapareceram totalmente do mercado pois muitos dos consumidores ainda se sentem inseguros e sem as informações necessárias para a sua viagem.  A insatisfação com esse modelo se reflete cada vez mais no mercado. “ O brasileiro, por exemplo, utiliza mais os sites de companhias aéreas do que os sites de OTAs para fazer a compra da passagem, pois sente mais confiança”, explica Flávia Freitas, diretora da Starver Viagens e Turismo. “Isso acontece também para a compra da hospedagem”, salienta.

 

Segundo Flávia, quem já montou o seu próprio roteiro de viagens, comprou suas passagens aéreas, reservou hotel, carro e passeios principalmente para destinos internacionais sabe que a Internet pode ser um lugar confuso e cheio de pegadinhas. Ferramentas de buscas “serching engines” ou ainda “booking engines” são muito eficientes para trechos descomplicados, viagens curtas para uma ou duas pessoas. “ Esses algoritmos podem atender muito bem uma parcela dos viajantes que gostam de navegar horas em busca de barganhas nos mais variados sites de viagens”, explica.

 

A Starover Viagens e Turismo é prova viva de que em tempos difíceis a sobrevivência depende da capacidade de adaptar-se à nova realidade. Fundada há 18 anos a empresa sobreviveu aos intemperes do setor enquanto grandes operadoras e agências fecharam suas portas. “Apostamos na aliança entre tecnologia e relacionamento, procurando montar roteiros específicos para cada perfil de cliente, orientando em relação as opções e ainda oferecendo suporte ao  cliente em todas as etapas da sua viagem”, salienta Flávia.

 

“O material humano ainda é o mais importante”, enaltece Flávia. “Ter uma equipe capacitada, com informações claras, ter cordialidade no atendimento, possuir conhecimento técnico adquirido através de viagens técnicas, cursos e capacitações e, sobretudo, possuir um tempo de resposta adequado, é o diferencial da empresa”, avalia.

 

Novo foco

 

A Starover focou no atendimento de viagens corporativas. “Por ser considerado o terceiro maior custo em algumas empresas e uma profunda fonte de estresse, faz todo o sentido contratar uma agência especializada para cuidar desta operação”, explica Flávia. Para isso, oferece para as secretárias, gestores de viagens e viajantes como forma de reduzir o estresse e também os custos pois ficar atento aos detalhes, conhecer as políticas de alteração, cancelamento e reembolso dos fornecedores é uma forma de evitar o desperdício de dinheiro. Além disso, disponibiliza uma ferramenta de reservas completo e configurado de acordo com a política de viagens de cada cliente. Incluindo um sistema de aprovação de compra online, categorias disponíveis e suporte 24 horas.

 

O cliente dispõe detodas as informações da viagem na tela do seu computador, tablets ou smartphone. Cotações, simulações, aprovações e relatórios, em um único ambiente, em tempo real. Redução de custos com Fee mas com o atendimento e suporte da sua agência de viagens.

“ Com um planejamento adequado, parcerias e nossa expertise é possível reduzir em até 30% o custo da sua empresa com viagens”, explica Flávia.

 

E não para menos que o mercado corporativo é foco das agências de turismo. Segundo a Associação Brasileira de Viagens Corporativas (Abracorp), o turismo de negócios no Brasil cresceu 10,2% em vendas no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2016. Juntos, os segmentos de transporte aéreo, hotelaria, locação de veículos e eventos venderam R$ 2,62 bilhões em passagens, diárias e serviços a viajantes corporativos, entre janeiro e março deste ano, ante R$ 2,3 bilhões um ano antes.

 

 

 

 

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