Academia do Rock Batel completa um ano

 

 

Primeiro ano da franquia da Academia do Rock comemora resultados positivos, chegando a 170 alunos matriculados

 

 

A primeira franquia da Academia do Rock comemora seu primeiro ano de funcionamento nesse mês de agosto. Mesmo num cenário econômico desafiador, a franquia teve um resultado positivo, crescendo, chegando a 170 matrículas nesse primeiro ano de atividade.

 

“A crise econômica foi definitivamente um fator que determinou um resultado mais lento que o estimado”, explica Marcelo Freitas diretor da Academia do Rock. No entanto, segundo ele, a curva de crescimento continua em curso e expectativa é crescer 50% nesse segundo ano de funcionamento. “A base inicial já foi constituída e a meta é manter o aluno ativo na escola por no mínimo um ano podendo chegar a até quatro anos”, salienta.

 

Umas das características marcantes da Academia do Rock é a variação de gerações. “Essa é uma das peculiaridades do Rock, unir gerações, e isso a Academia do Rock faz e faz muito bem”, avalia Marcelo. A Escola possui alunos de todas as idades e profissões, dos estudantes da educação infantil a aposentados, médicos, advogados e engenheiros que utilizam a escola como forma de desestressar do dia a dia. “Na unidade Batel, por exemplo, nosso público é muito mais infantil do que no Juvevê e a aula com mais demanda é Bateria. Já no Juvevê, o público é mais adulto, e as aulas com mais demanda são as de guitarra”, explica Marcelo.

 

Novas Franquias

 

Com o sucesso da escola em Curitiba, a Academia do Rock expandiu e recentemente abriu sua primeira franquia em São Paulo. “Inauguramos a primeira franquia em Curitiba em agosto de 2016, e agora em maio saímos do Paraná e inauguramos em São Paulo nossa primeira Unidade da Academia do Rock na cidade de Santo André”, comenta Marcelo. Com mais duas franquias em negociação, a expectativa é dobrar o número de unidades até o final de 2018.

 

Marcelo, além de cuidar da unidade própria localizada no bairro do Juvevê e pioneira no ensino do Rock no Brasil, também pensa nas franquias. “Administrar uma unidade própria é muito mais fácil, você pensa, decide planeja e executa. Como franqueador eu penso na marca, na equipe do franqueado em como fazer para que eles absorvam a cultura da Academia do Rock. Isso envolve um planejamento muito mais detalhado, entender o público alvo que nem sempre é o mesmo dependendo do local. É preciso dedicar tempo para acompanhar o franqueado, sugerir e dar suporte as suas ações, realizar pesquisas de satisfação e cliente oculto para corrigir eventuais falhas no serviço e o mais importante, conversar muito com o fraqueado Operador. Fazer com ele um processo de couching para que ele encontre soluções para os seus dilemas e traga novas ideias que possam beneficiar toda a rede”, conclui