A importância de fontes confiáveis para uma aprendizagem de qualidade

Estudantes com lápis e papel nas mãos diante de uma prateleira repleta de obras impressas. Era assim que as gerações passadas realizavam pesquisas, precisando visitar a biblioteca da escola ou da cidade para fazer uma busca cuidadosa e, às vezes, demorada sobre determinado tema. Em um determinado momento, as enormes – e pesadas – enciclopédias facilitaram um pouco as coisas, permitindo, para aqueles que tinham condições de adquirir os inúmeros volumes de uma publicação do gênero, que a pesquisa fosse feita em casa mesmo. Mais recentemente, com a internet, abre-se diante dos alunos um admirável mundo de possibilidades. O número de obras e autores disponíveis, em tempo real, sobre determinado assunto, na velocidade de um clique, passa a ser quase inesgotável.

Tanta variedade de fontes de pesquisa permite ao estudante, em tese, uma visão mais ampla sobre um determinado tema, mas também oferece riscos. Nessa imensidão de conteúdo, como identificar os mais confiáveis? É preciso atenção na hora de checar se uma informação é verdadeira ou confiável. De acordo com Julio Rocker Neto, gerente editorial da Editora Positivo, o primeiro passo é verificar a autoria de um texto observando se quem assina é mesmo o autor ou apenas quem está compartilhando a informação. “Erros gramaticais, ortográficos, simplificações de conteúdo e até mesmo um tratamento visual pouco adequado devem acender o sinal de alerta. Digitar o texto, ou parte dele, no Google e observar os resultados pode, por exemplo, indicar se o texto é original ou está sendo copiado”, orienta.

Garantir que o estudante tenha acesso a conteúdo de qualidade é preocupação constante de quem se compromete com a educação e o futuro. Para encarar esse desafio e reforçar a importância de uma fonte confiável de pesquisa, a Editora Positivo acaba de anunciar uma parceria  com a mais antiga enciclopédia do mundo, por meio da Britannica® Digital Learning, sinônimo de uma das principais fontes de conteúdo digital para a educação básica em todo o mundo. São recursos, ferramentas e plataformas que oferecem diversos benefícios para professores e estudantes. Um dos principais destaques é o Britannica® LaunchPacks®, o mais novo produto da Britannica® Digital Learning, que apresenta pacotes de conteúdo digital preparados por especialistas em ciências humanas. São mais de 1.600 pacotes e mais de 12 mil combinações de conteúdo.

Emerson dos Santos, diretor geral da Editora Positivo, acredita que a parceria entre duas grandes empresas produtoras de conteúdo de qualidade para a educação vai promover o ensino alinhado aos novos tempos. “As tecnologias de vanguarda devem fazer parte do cotidiano escolar, sem deixar de lado a credibilidade das fontes de pesquisa. O objetivo é oferecer conteúdos digitais de qualidade, cujos autores tenham reconhecimento científico”, afirma Santos. Esses produtos agora estão disponíveis a alunos e professores brasileiros. Entre os pesquisadores da Britannica®, estão nomes como o Nobel de Economia Milton Friedman, o astrônomo Carl Sagan e o cirurgião Michael Debakey. “A tradição da Britannica é tão grande que no corpo editorial da empresa já passaram autores como Albert Einstein, Marie Curie e Leon Trotski”, lembra Santos.

Já estão disponíveis no mercado brasileiro, além do Britannica® LaunchPacks®, o Britannica® Ciências, que instiga os estudantes a seguirem os passos da investigação científica; o Britannica® School, plataforma digital de ensino e aprendizagem de Inglês; e o Britannica® ImageQuest®, que oferece mais de 3 milhões de imagens de alta qualidade com direitos autorais para fins educacionais. O presidente da Britannica®, Jorge Cauz, esteve no Brasil este mês para a assinatura da parceria e revelou que vê o país como um grande mercado na educação, ainda carente de novas metodologias no processo ativo de aprendizagem. “Nós temos soluções diferenciadas para a sala de aula, portais de conteúdo e aprendizagem, nos quais os estudantes podem aprender em diferentes níveis”, afirma Cauz. Ele lembra que, quando decidiram parar de imprimir a enciclopédia, fizeram isso porque queriam que os jovens entendessem que o conhecimento está sempre em evolução. “O papel da Britannica hoje é contribuir com essa evolução, com informação confiável”, completa Cauz.

Segundo Jorge Cauz, existem hoje, em todo o mundo, 65 milhões de estudantes utilizando as ferramentas da Britannica® Digital Learning. No total, são 3 bilhões e meio de acessos registrados por ano. A Editora Positivo pretende levar a 100 mil alunos em 2018 os conteúdos da Britannica® Digital Learning. Atualmente, cerca de 2 milhões de estudantes utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

Jorge Cauz, presidente da Britannica, e Emerson dos Santos, diretor geral da Editora Positivo, durante evento que lançou a parceria entre Britannica e Editora Positivo Márcia Fernandes / Editora Positivo

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