Paranaense completa prova de Norseman: “me senti imbatível pelas minhas fraquezas”.

Atleta da Academia Gustavo Borges foi à Noruega para participar da disputa de triathlon mais difícil do mundo.

Everson Nairon Duda após o término da prova.

Everson Nairon Duda, triatleta da Academia Gustavo Borges, esteve na Noruega no início deste mês para fazer a prova de triathlon full distance Norseman, de Xtreme Triathlon – provas em que a dificuldade é elevada ao extremo. Conhecida como uma das disputas de triathlon mais difíceis do mundo, ela coloca a dificuldade de nadar em água geladas, alimentadas por cachoeiras vindas de montanhas de gelo, pedalar curvas de montanhas na chuva na companhia do vento gelado e correr em subidas sinuosas. São 140 milhas (aproximadamente 227 km) de puro desafio!

“O Norseman é a prova de triathlon mais difícil do mundo e eu fui lá pra ver se era verdade”, conta o atleta, que agora confirma a afirmativa. “Ela é muito difícil do início ao fim, não tem um momento que a gente consiga descansar, relaxar um pouco, é sofrimento até o final. Um momento que eu nunca vou é saltar do navio para pular na água escura e gelada. É um momento inesquecível saber que você está prestes a começar o dia mais difícil, mas mais recompensador da sua vida”.

Os 180 km de pedal é um trajeto de chuva, subida e frio, resultado em muita dor para os participantes. Duda caiu da bicicleta aos 110 km do pedal: “eu estava muito rápido, me machuquei bastante, acabei machucando um pouco a bike. Meu objetivo era chegar entre os 160 primeiros da prova. Nesse momento eu sabia que eu estava condenado, perdi muito tempo. Tive que esperar ajuda médica, concertar a bike sozinho [uma vez que a competição não permite ajuda externa], convencer o árbitro a continuar a prova”. Mas o triatleta estava determinado a superar a queda: “eu não fiz todo o caminho do Brasil até lá pra desistir”.

A partir da queda, seu objetivo era concluir a competição e para isso deu o máximo de si. “Apesar de todos os contratempos eu consegui chegar ao final e estar lá com o hino do Brasil foi muito emocionante. No final é muito recompensador. Olhar para trás e ver todo o percurso, toda aquela dificuldade é uma superação mesmo. Eu me senti imbatível porque eu sabia que eu tinha vencido o meu medo, minha insegurança, meu nervosismo, ansiedade. Senti-me imbatível pelas minhas fraquezas”.

Duda concluiu Norseman em 14h50, cruzando a linha de chegada na 177ª posição, de 246 atletas participantes. Como aprendizado, conta que o “mais recompensador é provar para mim mesmo que eu posso fazer qualquer coisa que eu queria quando eu coloco foco, dedicação e trabalho. Muito trabalho e disciplina”. Agora o atleta se prepara para outro Xtreme Triathlon.

Etapa do ciclismo.

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