Construtora Baggio edificará a ampliação do maior hospital de Vila Velha

Um projeto que prioriza humanização no atendimento ao paciente foi desde o começo o objetivo do Vila Velha Hospital, que agora com 10 anos de atividades realiza a primeira grande ampliação.  O plano original já previa a expansão, tanto nas áreas clínicas quanto cirúrgicas do hospital, e demanda atual tornou-se o principal motivo para coloca-la em prática.

“O Vila Velha Hospital recebe por ano cerca de 700 mil pessoas entre clientes, familiares, funcionários e fornecedores. São realizados 220 mil atendimentos por ano e a taxa de ocupação média encontra-se em 97%, o que prova a necessidade de crescimento. Buscávamos qualidade técnica e proposta adequada às nossas condições e encontramos na Construtora Baggio”, explica Dr. Rommel Grossi, diretor presidente do Vila Velha Hospital.

Para diretora comercial da Construtora Baggio, Blanca Baggio, encabeçar de uma obra como do Vila Velha Hospital é o reconhecimento da expertise que a marca já carrega em construções hospitalares de alta complexidade no Brasil: “é uma parceria de grandes marcas que têm entre elas a assinatura de um dos maiores escritórios de arquitetura hospitalar do país, que é o Fiorentini. Ficamos honrados em fazer parte do projeto tão importante pra região de Vila Velha”, comemora.

O projeto é composto de duas fases: a primeira com término em oito meses e a segunda em 24 e serão investidos 40 milhões na ampliação. “Unimos o projeto inicial, também do nosso escritório, construído no fim dos anos 90 e realizamos modernizações necessárias ao cenário de saúde atual. Priorizamos fundamentos da arquitetura hospitalar que auxiliam tanto na recuperação do paciente como na otimização de recursos do empreendimento, o que gera mais agilidade e economia no atendimento”, explica Paula Fiorentini, arquiteta responsável pelo projeto.

Detalhes arquitetônicos que fazem a diferença

O projeto do Vila Velha Hospital leva em consideração seis preceitos da arquitetura hospitalar, conforme explica a arquiteta: “Seis fundamentos norteiam nosso trabalho nesta obra, que são o projeto expansivo, sempre pensado em ampliações futuras; flexibilidade física e funcional do projeto, sendo altamente adaptável para usos futuros; racionalização dos recursos físicos e humanos – que se dá por meio do estudo da dinâmica diária de atendimento; controle biológico, importante para contenção de doenças, segurança patrimonial e humanização”.

A humanização aparece fortemente no projeto em cada item pensado do Vila Velha Hospital. “Todos os sentidos humanos são levados em conta dentro de um projeto hospitalar, pois o paciente relaciona-se com o espaço por todos eles”, completa.

Exemplos disso podem ser vistos em diversos pontos como a instalação de um moderno sistema de exaustão industrial que evita cheiros de alimentos em espaço de tratamento de pacientes ou ainda na preocupação constante com o uso de cores que acalmem tanto o paciente quanto o acompanhante, não deixando de lado a alegria que alguns tons podem trazer ao usuário do espaço.

Tão importante quanto o tratamento do paciente é a garantia de manutenção do hospital como um negócio. “Nosso trabalho arquitetônico é feito com planejamento físico funcional, ou seja, com medidas relacionadas à gestão, manutenção da engenharia e arquitetura que buscam redução de custo operacional e aumento do retorno financeiro ao gestor do empreendimento.”, completa Paula.