Sem ferramentas para controle de estoque, remédios caríssimos vão para o lixo por falta de controle dos Estados

De acordo com matéria veiculada em 30/08 pelo programa Bom dia Brasil da Rede Globo, a Controladoria-Geral da União descobriu que, em quase metade dos estados que passaram por uma auditoria, a falta de controle nos pedidos faz com que os remédios percam a validade sem chegar a quem precisa.

Sem ferramentas para controle dos estoques, milhares de medicamentos de alto custo são descartados e pacientes de todo o país sofrem com a falta nas farmácias do SUS (Sistema Único de Saúde).

Um dos sistemas gestão de saúde pública disponíveis atualmente no mercado e já em uso por algumas prefeituras de cidades como Maringá (PR), Pará de Minas (MG), Rondonópolis (MT) e Nova Esperança (PR) é o DB1 Saúde, que auxilia nas atividades dos profissionais de saúde dos municípios e permite o acompanhamento em tempo real das informações dos pacientes, como agendamento, resultados de exames, carteira de vacinação e histórico de atendimento, além do controle de estoque de medicamentos.

Em Maringá o sistema já foi vinculado ao Cartão Saúde Maringá que permite o acesso do paciente e profissionais de saúde ao prontuário (em tempo real), possibilitando uma melhor gestão aos profissionais e atividades da Secretaria Municipal de Saúde do Município, beneficiando e humanizando o atendimento à população.

Entre outras funcionalidades, o DB1 Saúde possibilita:

  • Metas da Gestão serão mais fáceis de atingir: com o sistema as melhorias são medidas por meio de indicadores e as ações tomadas poderão ser monitoradas pelos gestores;
    Maior controle: o sistema é um instrumento de gestão que auxilia no controle e define regras operacionais em cada Unidade de Saúde;
  • Redução de custos: em agendamentos, encaminhamentos, exames, vacinas e medicamentos, além de evitar o desperdício por informar aos gestores as médias de consumo e a sugestão de compra. Também orienta os profissionais a utilizarem primeiramente os medicamentos que estão próximo do vencimento, acabando com o desperdício;
  • Integração com programas oficiais do Ministério da Saúde: Dentre eles o e-SUS, Horus e demais programas atuais utilizados;
  • Integração entre as unidades de saúde: O sistema funciona on-line ou com banco de dados distribuído, disponibilizando informações para toda a rede;

Com medidas simples como a contratação de um software de gestão da saúde pública, os municípios brasileiros e milhares de pacientes em todo país teriam acesso a medicamentos, antes do vencimento da validade dos mesmos, contribuindo para que a saúde pública se torne uma prioridade e tornar a vida das pessoas cada vez melhor.