Estudo da Philips revela que somente um a cada cinco brasileiros acredita estar familiarizado com tecnologias voltadas ao cuidado da saúde

Entre profissionais de saúde, 57% declararam já utilizar essas tecnologias e 52% deles acredita estar
familiarizado com elas

São Paulo, Brasil – A Philips, líder global em tecnologia de saúde, lança os resultados da segunda edição
do Future Health Index (Índice do Futuro da Saúde), que aponta que somente um a cada cinco brasileiros
acredita estar familiarizado com tecnologias voltadas ao cuidado da saúde. O estudo anual encomendado
pela Philips pesquisou mais de 33 mil pessoas, de 19 países, sobre suas percepções em relação a se os
sistemas de saúde estão prontos para enfrentar os desafios de saúde globais de longo prazo por meio do
acesso a cuidados, adoção de tecnologia de cuidados conectados e integração do sistema de saúde.

“A pesquisa nos mostra que as tecnologias conectadas ao cuidado da saúde são cada vez mais utilizadas
por profissionais e pacientes, no entanto, ainda há incertezas quanto interpretação e compartilhamento
das informações obtidas com elas”, diz Renato Garcia Carvalho, CEO da Royal Philips no Brasil. “Vimos que
apenas 29% dos entrevistados afirmaram saber quando devem compartilhar seus dados de saúde com o
médico e apenas 30% sabe interpretar os resultados que a tecnologia oferece”, completa.

Entre os médicos, 52% relatou usar alguma forma de tecnologias de cuidados conectados em sua prática,
e esses profissionais concordam com a população em geral sobre o poder dessas tecnologias para
melhorar o tratamento de problemas médicos 93% e 81%, respectivamente.

Além do uso da tecnologia, um dos maiores desafios do sistema de saúde brasileiro está na integração de
tecnologias e informações entre instituições de saúde. Embora as percepções sobre a integração do
sistema de cuidados com a saúde sejam superiores à média global (média de 55,3 no Brasil frente a 54,9
de média para os 19 países), a média de realidade fica bem abaixo da média dos países pesquisados (8,7
vs 24,1). Uma possível explicação para a pontuação abaixo da média da realidade é o baixo investimento
(em percentagem do PIB) em TI, serviços, software e conectividade nos cuidados com a saúde, em
comparação com os outros países pesquisados.

A implementação de tecnologia de ponta no sistema de saúde do Brasil pode ser alcançada por meio de
modelos de negócios inovadores e parcerias entre organizações públicas e privadas. Enquanto a adoção
de novas tecnologias tem um custo, o benefício final supera significativamente o investimento inicial,
especialmente quando ambas as entidades estão trabalhando em um objetivo comum. Os novos modelos
de negócio permitem maior acesso a cuidados de saúde e adoção de tecnologia a um custo mais acessível
para o sistema como um todo. A parceria público-privada da Philips na Bahia, por exemplo, alcançou 11
hospitais e realizou mais de 180 mil exames médicos em todo o sistema público a um custo mais baixo.

O estudo também revelou perspectivas interessantes, que incluem como os brasileiros olham para a
saúde preventiva e como os profissionais médicos e pacientes através de diferentes espaços de saúde,
como a cardiologia, estão aproveitando as tecnologias conectadas. Essas informações podem ser
encontradas no documento anexo.

Clique aqui para baixar o Future Health Index de 2017 completo

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