Como manter a saúde das finanças pessoais

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“À primeira vista o termo pode parecer estranho, mas manter a saúde das finanças pessoais é tão importante quanto ir regularmente ao médico, por exemplo.” A afirmação é do consultor financeiro Leonardo Grisotto, fundador e diretor da Leão Bravo Finanças Estratégicas. Grisotto viveu na pele as consequências da ingerência do seu próprio negócio e depois disso resolveu trabalhar com consultoria para que outras pessoas não passassem pelas mesmas dificuldades. Partindo da premissa de que as mesmas ferramentas utilizadas para gerir uma empresa podem ser aplicadas também às finanças pessoais, o administrador de empresas, com pós-graduação Gestão de Negócios e MBA em Finanças, apresenta algumas dicas valiosas.

Um primeiro passo nesse processo seria entender o contexto da relação indivíduo X dinheiro. “O dinheiro é antes de tudo uma moeda de troca. Utilizamos dinheiro para adquirir bens e produtos, trocamos o dinheiro por serviços, experiências, alimentação, vestuário, moradia, entre outros. Logo, entender esse processo é fundamental”, destaca o consultor. Sendo uma moeda de troca é essencial saber administrar a própria renda a partir das receitas e despesas. E é nesse ponto que o papel do planejamento orçamentário entra. “Sempre que se fala em uso do dinheiro o planejamento é fundamental. Se eu quero ter um carro tenho que organizar as minhas finanças para ver qual modelo está dentro do meu orçamento, por exemplo”, explica o administrador.

E, ao contrário do que muita gente pensa, montar um orçamento é uma tarefa simples. No orçamento vão entrar as receitas e as despesas. Receita é tudo aquilo que entra como crédito como o salário; uma herança; os lucros de algum investimento financeiro, enfim, tudo o que gere um valor de arrecadação. Já as despesas englobam todos os gastos, como aluguel, investimento em educação, vestuário, alimentação, etc. Ao final dessa etapa, a equação vai apresentar um panorama bem claro dos recursos financeiros. Tudo o que pode ser gasto ou investido, sempre tendo em mente um limite de segurança.

Portanto, o planejamento orçamentário nada mais é do que uma organização racional das finanças. “O orçamento nos dá uma visão realista do que eu posso adquirir com a minha renda. É um pensamento bem racional: não devo gastar mais do que tenho! E indo mais além: guardar uma parte do meu orçamento todo mês, investindo o que sobra é um pensamento bastante inteligente. Isso significa pensar em longo prazo, planejar para se ter uma segurança financeira no futuro. Além disso, falando em futuro, é imprescindível conhecer seus objetivos de vida para então criar metas e planejar estratégias para alcançá-los”, conclui Grisotto.

1 comment

  1. roseanna 24 novembro, 2016 at 12:36

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