A Mulher e a estabilidade do mundo

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Reflexão de Boa Vontade

A Mulher e a estabilidade do mundo

Paiva Netto

 

Não há como impedir — consoante ainda hoje alguns de forma simulada gostariam — a destacada e frutífera participação das mulheres nos vários setores da so­cie­dade para que o progresso alcance pleno êxito em magnífica cruzada de resgate da cidadania. Adesão que naturalmente inclui os que gerenciam as ações político-go­ver­namentais, em que é essencial o alento renovador da Espiritualidade Ecumênica, sem o que a eficiência permanecerá aquém dos anseios populares.

A Mulher, o lado mais formoso da Humanidade, singulariza o alicerce de todas as grandes realizações. Aquilo que fisicamente nos constitui é gerado em seu ventre (…). Componentes do gênero feminino se traduzem em elemento preponderante para a sobrevivência das boas causas. Organizações estáveis contam com mulheres estáveis. (…) O meu fito aqui é ressaltar quanto é primacial para a evolução humana e a segurança planetária a missão da Mulher (…). Nossos primeiros passos no desenvolvimento da cidadania são por ela guiados, ao nos conduzir pelas mãos. A estabilidade do mundo começa no coração da criança. Por isso, na LBV aplicamos, há tantos anos, a Pedagogia do Afeto* e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico.

 

O milagre das donas de casa

Não há melhor financista do que a mãe de família, a dona de casa, que tem de cuidar do seu muitas vezes minúsculo orçamento, realizando verdadeiros milagres, dos quais somos todos testemunhas, desde o mais influente ministro da Fazenda ao cidadão mais simples. Sobretudo no campo da Economia, que não pode ser pega no grave crime de esquecer o espírito de Solidariedade, a ação da Mulher é basilar.

Mohammad Ali Jinnah (1876-1948), jurista e político, fundador do Paquistão, em discurso que fez em 1944 na Muslim University Union, salientou:

 

— Nenhuma nação poderá surgir à altura de sua glória, a menos que as mulheres estejam lado a lado com os governos.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

[email protected] — www.boavontade.com

 

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* Pedagogia do Afeto — Trata-se de um dos segmentos da proposta pedagógica (formada também pela Pedagogia do Cidadão Ecumênico) preconizada por Paiva Netto, que propõe um modelo novo de aprendizado, aliando Cérebro e Coração. Tendo por base a Espiritualidade Ecumênica, essa linha educacional é aplicada com sucesso na rede de ensino e nos programas socioeducacionais desenvolvidos pela Legião da Boa Vontade, no Brasil e no exterior. Ambos “fundamentam-se nos valores oriundos do Amor Fraterno, trazido à Terra por diversos luminares, destacadamente Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista”, como afirmou o criador da proposta, o educador Paiva Netto. Na Pedagogia do Afeto, o enfoque é sobre as crianças de até 10 anos de idade, unindo sentimento ao desenvolvimento cognitivo dos pequeninos, de forma que carinho e afeto permeiem todo o conhecimento e os ambientes de suas vidas, incluído o escolar. Na continuidade do processo de aprendizagem, a Pedagogia do Cidadão Ecumênico é direcionada à educação de adolescentes e adultos, dispondo o indivíduo a viver a Cidadania Ecumênica, firmada no exercício pleno da Solidariedade planetária.

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