O desafio de transportar siderurgia com eficiência e segurança

CODIFLEX FOTOExportar tornou-se  aposta para a indústria siderúrgica nacional mesmo com os desafios mais do que evidentes.  Existe o cenário, ainda incerto, de crise mesmo após as recentes mudanças políticas, fato confirmado por  Marco Polo de Mello Lopes,  presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), que afirmou em entrevistas que a crise é mais forte do que a ocorrida em 2008 quando o país vinha de crescimento forte no setor que estava capitalizado.   

 

Com uma sobreoferta de aço mundial gerada pela demanda chinesa, que aumenta consideravelmente a concorrência, exportar é um bom negócio mas é preciso ter atenção com o transporte de produtos da indústria pesada e de projetos especiais.  

 

Conseguir levar produtos industriais sem nenhum problema, por si só é um desafio enorme por toda a logística envolvida, e quando tratamos de projetos diferenciados, algo que precisa ser pensado desde o início e que precisa ser feito sob medida, a responsabilidade aumenta.

De todos os projetos personalizados que já passaram pelas mãos de  Kleber Osadczuk, analista de PCP –  Planejamento e Controle da Produção da Codiflex,  especializada em soluções para a logística de empresas, os mais desafiadores são os customizados, como hacks para o setor automobilístico.  

Para exemplificar, o especialista descreve um projeto para transportar tanques de combustível  – a demanda exigia que fossem acomodados um número X de peças e essas não poderiam bater uma na outra,  nem cair ou estragar. Além disso, este projeto contempla também a possibilidade de empilhamento, capacidade de conseguir carregar sem avarias, além de ser remontável no final de tudo:

“A questão que precisa ser analisada por completo: além do conhecimento completo sobre os limites externos que o cliente apontou, é necessário verificar se a medida está dentro do que foi projetado. O desafio é saber se o material cabe e como será esta acomodação, se é vertical ou horizontal, se terá transporte aéro ou terrestre, tudo precisa estar previsto em detalhes, passando por questões de segurança até especificações técnicas.”

Do pedido até a entrega
Dentro do processo de criação, Kleber explica que um protótipo é criado e a prova é executada com o cliente e, desta maneira,  verifica-se como tudo ficou com exatidão. Nesta análise, é possível saber, por exemplo, se quando a empilhadeira chegar no skid, que é o espaço onde a empilhadeira encaixa a máquina, há ou não qualquer possibilidade de danificar a peça.

 

É preciso pensar que na operação, o profissional que estiver operando pode cometer um erro, como colocar o garfo da empilhadeira um pouquinho inclinado e se isso acontecer, a peça inteira poderá ser danificada: “No projeto analisamos também se o protótipo é preso por pino, mas se ele ficar de determinada maneira pode até quebrar o dedo de alguém. Neste caso criamos um pino com o chamado quebra-dedo para evitar este tipo de acidente. Tão importante quanto garantir a integridade do objeto transportado é garantir a segurança do profissional durante o processo.”


Sobre a Codiflex

A Codiflex Indústria e Comércio de Manufaturados Ltda atua há 15 anos no mercado brasileiro de soluções em embalagens plásticas e metálicas para proteção e armazenamento, e tem como objetivo ser o parceiro estratégico para seus clientes. É reconhecida como uma empresa inovadora, ágil e competitiva em sistemas de embalagens.

Adriano Pereira é o presidente do grupo que abrange, além da Codiflex, a CBL (produção de filmes plástico stretch e termo encolhível), a Flexsul (Gestão Comercial – serviços) e a Zullgg (Start-up de tecnologia).

Sobre a KAKOI Comunicação

A KAKOI Comunicação é uma empresa cujo objetivo de proporcionar aos clientes os melhores resultados com ações simples, porém focadas em nosso compromisso de abranger qualidade X resultado. A kakoi conta com equipe especializada em diferentes áreas para garantir a pluralidade dos projetos abrangendo a maior frente possível de comunicação.

Fonte: KAKOI Comunicação

 

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