Universidades britânicas entram na rota dos estudantes brasileiros

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Cerca de 50% dos estudantes de mestrado são estrangeiros. Entenda os motivos.

A St Mary’s University Twickenhan London, uma das mais antigas de Londres esteve presente em março no Brasil. Reconhecida pelo complexo esportivo dentro do campus, a universidade é representada com exclusividade pela GradeUP.

Com mais de 100 instituições Universidades, o Reino Unido entrou definitivamente na rota dos brasileiros na hora de escolher uma graduação, mestrado, LLM e MBA. Anualmente cerca de três mil brasileiros embarcam para estudar em universidades reconhecidas, com excelente estrutura e oportunidades de bolsa. “O Reino Unido nem sempre é a primeira opção, mas quando o estudante ou profissional conhece as vantagens, decide por esse destino. Entre elas estão a qualidade e variedade de programas disponíveis e os valores, normalmente inferiores aos programas dos EUA”, conta Leonardo Trench, diretor da gradeUP, empresa que representa o maior número de universidades britânicas no Brasil. Para ele, os programas de mestrado mais curtos – eles normalmente duram um ano no Reino Unido – e as oportunidades de bolsas parciais também chamam bastante a atenção.

Mas o interesse não vem só do aluno brasileiro. As universidades estão de olho nos estudantes internacionais. Especialistas contam que, atualmente, cerca de 50% dos alunos de mestrado e 44% de doutorado no Reino Unido são estrangeiros. Leonardo Trench explica que o motivo é aumentar o mix de nacionalidades e, assim, a qualidade e diversidade nos trabalhos apresentados. “Diferentes opiniões e culturas são sempre muito importantes dentro deste contexto acadêmico”, completa Trench.

E, para buscar esses alunos, as universidades britânicas se movimentam para vir ao Brasil no primeiro semestre desse ano. Aqui elas participam de feiras de intercâmbio, fazem entrevistas individuais e auxiliam na escolha dos cursos ofertados. “Hoje o Reino Unido tem cursos de referência nas áreas de Direito (direitos humanos, propriedade intelectual), Engenharias e Big Data, Arquitetura (sustentabilidade, design de interiores) e finanças”, conta Trench. Foi numa feira que a família de Eduardo Karas conheceu melhor as universidades britânicas. Ele, que sempre sonhou morar fora, conheceu a oportunidade concreta de conquistar esse objetivo. Hoje Eduardo é aluno da Universidade de Cardiff, no curso de Jornalismo, Mídia e Cultura. “A universidade tem um dos melhores departamentos de jornalismo do Reino Unido. E isso me leva a uma coisa que eu gostaria de dizer: nem sempre os melhores cursos e universidades são nas grandes cidades, como Londres”, conta Eduardo, que está muito satisfeito com a escolha. “Até agora, a experiência tem sido fantástica. O curso, a Universidade e até a cidade aqui são fenomenais e eu sinto que estou crescendo. Fora as pessoas que eu conheci, dos mais diversos lugares em razão do perfil internacional das universidades daqui”, finaliza. Mas, como funciona o processo para ingressar numa instituição no Reino Unido. Conheça os passos:

Graduação:

  • O primeiro passo é identificar se o aluno fez currículo nacional ou internacional na escola onde estudou. Se foi internacional, ele fará sua inscrição pela UCAS (Sistema Unificado que dispara informações do aluno para todas as universidades). Se foi nacional, ele fará o Foundation, que corresponde ao 13º ano do ensino médio britânico, dentro da própria universidade.
  • Depois ele deve entrar em contato com uma empresa especializada. “São muitas orientações necessárias para as opções disponíveis, programas diferentes, combinação de programas. Tem áreas de ensino que sequer existem no Brasil. Por isso, procurar uma assessoria, como a gradeUP é fundamental”, conta Leonardo.

Mestrado:

  • Nestes programas são avaliadas a trajetória do aluno e sua experiência.
  • Como são cursos muito diferentes, também é importante uma assessoria para ajudar na escolha. “Alguns mestrados oferecem estágio junto ao programa, outros exigem dissertação final. Também avaliamos se o aluno quer fazer o doutorado em seguida. São muitas questões a considerar”, conta Trench.
  • No MBA também há diferenças, como os requisitos para cada programa, o tempo de experiência de trabalho (mínimo 03, 05 e 10 anos). Alguns exigem entrevista, outros exigem um alto nível do inglês.

Doutorado:

  • Já o doutorado o aluno precisa apresentar uma proposta de pesquisa. Isso inclui qual universidade ele quer e quem será seu potencial supervisor.

Com cursos exclusivamente para pós-graduação, Cranfield trabalha com cerca de 1500 empresas e governos pelo mundo, Top4 no Reino Unido para pesquisa comercial, consultoria e desenvolvimento profissional, está entre os 10 melhores programas de MBA internacionais de um ano (Forbes).

 

A Westminster University está situada no coração de Londres. Com mais de 175 anos de excelência acadêmica, a universidade tem instalações de alta qualidade, proporcionando aos alunos habilidades, conhecimentos e experiência para ingressar no mercado de trabalho altamente qualificado.