Um passo à frente dos bandidos

Um dos maiores aliados dos criminosos, se não o maior, é o Jammer. Um aparelho também conhecido como “capetinha” ou “chupa-cabra” que neutraliza o sinal de GPS/GPRS. Rastreadores via satélite deixam de funcionar quando ele é ligado. Como o equipamento pode ser comprado até mesmo na internet, se tornou o grande trunfo dos bandidos para atacar veículos pesados e minimizar o risco de serem descobertos. Atualmente só existe uma tecnologia inume à ação dos bloqueadores de sinais: a Radiofrequência. Por isso, os rastreadores que utilizam esta tecnologia são os mais indicados para roubo e furto.

           
Mas, para conter os bandidos é preciso mais, é preciso estar um passo à frente
deles. Surge, então, o Sistema Inteligente de Detecção de Jammers,
desenvolvido pelo Grupo Tracker, maior empresa de rastreamento e localização de
veículos do Brasil. Assim que o rastreador identifica a presença do inibidor de
sinal, a radiofrequência é ativada automaticamente, possibilitando uma atuação
proativa da Central de Operações.

           
Graças a esta tecnologia, em 2018, o Grupo Tracker identificou 80 eventos de
roubo ou furto de veículos antes mesmo dos clientes saberem que estavam sendo
vítimas dos bandidos. No caso das transportadoras, muitas vezes somos nós que
avisamos que o motorista está nas mãos dos criminosos. De janeiro a dezembro, o
prejuízo evitado foi de R$ 10,2 milhões, em eventos nos estados de São Paulo,
Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Goiás. 

           
No terceiro trimestre, o número de eventos com esta característica proativa do
Grupo Tracker foi o dobro do que o registrado no segundo semestre do ano. O
sucesso das operações só é possível porque a companhia alia Inteligência
Operacional e Infraestrutura de ponta em 100% dos operativos, independente da
região do país. São mais de 700 antenas móveis e fixas estrategicamente
distribuídas por todo o território nacional.

           
Em um país com dimensões continentais, criminalidade crescente e ausência do
poder público, cabe ao setor privado analisar os passos dos criminosos e se
colocar à frente deles, na busca constante de ferramentas que minimizem os
prejuízos financeiros e psicológicos provocados. E nós estamos focados 100%
nesta missão.

           
Estar um passo à frente dos bandidos é investir em tecnologia e também no
capital humano, equipes em terra e no ar, em helicópteros e aviões, usar as
ferramentas mais modernas disponíveis, associada ao intenso preparo e
capacitação, para vencer a criatividade dos criminosos.

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