Cardápio Digital oferece novas soluções e oportunidades de negócio para diferentes segmentos

Novo protocolo de saúde das prefeituras impulsionou a adoção de uma alternativa digital para minimizar riscos de contágio na hora escolher o pedido

Cardápio Digital da TecnoSpeed sendo usado na Tom Brasil

O isolamento social causado pela pandemia fez com que muitos restaurantes tivessem o delivery como única opção de negócios. Em um primeiro momento apps como Rappi, iFood e Uber Eats pareciam ser a “salvação”, mas as altas taxas cobradas e a falta de transparência na política da classificação dos estabelecimentos fez com que muitos buscassem desenvolver seus próprios serviços de entrega.

Ao seguirem por um caminho independente dos apps, os estabelecimentos conseguiram cortar custos, ter mais controle sobre a qualidade do delivery e remunerar melhor seus entregadores. “Esta é uma forma de fidelizar os clientes e mostrar que existem outras opções”, afirma Priscilla Miguel, coordenadora do Centro de Estudos em Logística e Supply Chain da FGV.

Uma das principais soluções existentes no mercado é o Cardápio Digital da TecnoSpeed, considerada “A Casa do Desenvolvedor de Software”. Ele permite que qualquer estabelecimento desenvolva seu sistema de delivery de forma rápida e simples, vendendo por diferentes plataformas, como o WhatsApp.

Plataforma incentiva estabelecimentos a inovarem e tirarem antigos planos do papel

Com seis casas e atendendo uma média de 1.000 clientes por dia antes da pandemia, exclusivamente no salão, o Baco Espaço Gastronômico precisou se reinventar para sobreviver e escolheu o Cardápio Digital da TecnoSpeed para dar início ao seu sistema próprio de delivery.

Diego Pavan, 33, diretor de operações do Baco em Maringá, PR, conta que em um primeiro momento a escolha foi por necessidade, mas com a versatilidade e facilidade no uso da plataforma pretendem continuar com o delivery após a pandemia.

“Estamos melhorando o serviço a cada dia e já até conseguimos dar o start em um projeto antigo. Enxergamos a oportunidade perfeita de levar o Baco para dentro de casa das pessoas. Entregamos caixas com kits para os clientes terem a comida com a qualidade do Baco e uma experiência gastronômica diferente, que nesse caso é a finalização dos pratos com um toque pessoal”, ressaltou Diego.

Ele conta também que já estão utilizando o cardápio no salão. As normas de vigilância sanitária exigem que a gente higienize constantemente todo o material e ofereça cardápios fáceis de limpar, então o cardápio digital a solução ideal.

A solução também é ideal para outros segmentos

Uma das maiores e mais conceituadas casas de show de São Paulo, a Tom Brasil costumava realizar shows com capacidade para 2.270 pessoas no formato com mesas e cadeiras e para quatro mil pessoas no formato de pista. Porém todas as atividades precisaram ser interrompidas com a determinação do isolamento social.

A alternativa encontrada foi montar um Drive-In, tendência que ganhava popularidade na capital paulista. Uma das exigências da prefeitura para a retomada das atividades foi o fim do atendimento físico aos clientes. Diante desse cenário a plataforma escolhida pela Tom Brasil foi o Cardápio Digital da TecnoSpeed.

Toda a venda de ingressos, alimentos e bebidas passou a ser feita via sistema e o Cardápio Digital foi muito bem aceito pela simplicidade e facilidade de uso. A casa passou a trabalhar com um menu bem reduzido para facilitar ainda mais a escolha do cliente.

De acordo com Jacks Parolin, 38, gerente de operações da casa “o cardápio digital está sendo imprescindível para a nossa atividade. No começo eram só filmes, mas agora estamos com alguns shows. Além do menu tradicional, tem também a parte de merchandising dos artistas, como bonés, camisetas, chaveiro e outros produtos. É algo que a gente consegue também incluir, a pedido dos artistas, dentro do cardápio digital”.

Além da utilização atual no Drive-In, Jacks já vislumbra o uso da plataforma para suprir a demanda represada durante os shows com casa lotada, como costumava acontecer antes da pandemia. “Sempre foi complicado para os garçons transitarem nos corredores e chegarem até o cliente na mesa no meio dos shows”, ressalta ele.

“A gente já sabe que quando voltar, voltaremos atuando com o Cardápio Digital, onde o cliente poderá fazer a leitura do QR Code na mesa para realizar o pedido e receber todos os itens e a cobrança na própria mesa. Tudo certinho”.

“Já no formato de show em pista, onde tínhamos capacidade de 4 mil ingressos, a gente poderá pensar em um formato de Totem, com pagamento feito pelo sistema, com o cliente imprimindo a comanda e retirando no bar. Isso é algo também que a gente pensa que lá na frente poderá facilitar bastante. Esse autoatendimento é algo muito simples e intuitivo para o cliente”.

“O custo-benefício pra nós é ótimo. O custo mensal da utilização do sistema é muito baixo, então podemos dizer que é bom e barato. Para nós é muito importante ter um parceiro com expertise, com algo que funcione bem e com ideia de crescimento. Isso fortalece muito o mercado. Pretendemos manter essa parceria por um longo tempo”, concluiu Jacks.