Dezembro Vermelho: Paraná registra queda no número de casos de HIV/AIDS

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No mês da conscientização da prevenção ao HIV/AIDS, especialista reforça a importância da realização de exames para o tratamento da doença

 O mês de dezembro traz o alerta de prevenção à infecção pelo HIV e da luta contra a Aids. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), os casos de HIV na América Latina aumentaram 21% na última década, ultrapassando 120 mil casos em 2019. No mesmo ano, 37 mil mortes foram relacionadas ao HIV. Segundo o boletim epidemiológico HIV/AIDS, a maior incidência de casos diagnosticados de AIDS no país está concentrada na população entre 25 e 39 anos, de ambos os sexos. Dados do mesmo boletim revelam que, no Paraná, foram registrados mais de dois mil casos em 2019. Já em 2020, os números apresentaram queda, com 697 pessoas diagnosticadas com HIV.

Segundo Myrna Campagnoli, diretora médica do Laboratório Frischmann Aisengart, que integra a Dasa, o diagnóstico precoce é fundamental para a melhor saúde e o bem-estar do paciente. “Quando o exame é realizado no tempo certo, o tratamento começa mais rápido e, assim, o paciente ganha qualidade de vida”.

A infecção causada pelo HIV pode ser identificada em pelo menos 30 dias com exame laboratorial ou teste rápido. Os testes buscam os anticorpos contra a doença no material coletado. Myrna explica que os testes moleculares de detecção de carga viral do HIV/AIDS auxiliam na avaliação dos níveis de carga viral. Segundo a OMS, é considerada indetectável a carga viral abaixo de 1.000 cópias/ml. “A carga viral não detectável não descarta a presença do vírus na corrente sanguínea; isso porque a quantidade de vírus que está circulando no sangue pode estar tão baixa que não é possível identificar por meio do exame”, explica.

Para que o tratamento da doença ocorra de maneira eficiente, é necessário que o paciente, assim que for diagnosticado, realize exames completos de análises clínicas para o melhor entendimento e acompanhamento de sua condição geral de saúde. Myrna Campagnoli afirma que outro exame, o de contagem de linfócitos, é fundamental. “Ele é crucial para que os médicos decidam qual o momento adequado para se iniciar o tratamento ou modificá-lo, caso necessário, por isso é realizado a cada três ou quatro meses nos pacientes com o vírus”, finaliza.

Sobre o FRISCHMANN AISENGART

Há 75 anos o Frischmann Aisengart oferece o que há de mais moderno em medicina diagnóstica, atuando com exames de análises clínicas, provas hormonais, exames genéticos, entre outros, além da aplicação de vacinas. Com mais de 40 unidades no Paraná, oferece diferenciais aos seus pacientes como o serviço de Coleta Domiciliar, agendamento on-line, pediatria com a turma do Scooby-Doo, entre outros. O laboratório Frischmann Aisengart integra a Dasa, líder brasileira em medicina diagnóstica e maior empresa do setor na América Latina, rede que processa 250 milhões de exames por ano, atendendo mais de 20 milhões de pessoas em todo o país, com um portfólio de mais 2.500 tipos diferentes de exames.

 

Outras informações:

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Barbara Conti – [email protected]  – (11) 98203-4946

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