Cantor de Curitiba, Leo Fressato lança EP com trilha de peça

O cantor e compositor Leo Fressato sempre fez dos palcos uma extensão de sua criação artística. Agora, essa ligação é explicitada com o lançamento audiovisual de “Seis Mezes de Huma Enfermidade”, com uma trilha realizada para uma peça teatral inspirada na obra de Qorpo Santo e que estava indisponível para o grande público. Com produção musical de Rodrigo Lemos (Lemoskine). O EP está disponível em todas as plataformas de música digital e os vídeos, em seu canal do YouTube.

Assista aos clipes:

Duas Páginas Em Branco: https://youtu.be/6BPCF_Sgges

Lanterna de Fogo II: https://youtu.be/5XdVlASgq8Q

Eu sou a Vida; Eu não sou a Morte: https://youtu.be/u8sDwYtYgX8

Ouça “Seis Mezes de Huma Enfermidade”: https://links.altafonte.com/seismezes 

Escritor e dramaturgo gaúcho, Qorpo Santo construiu sua obra teatral no século XIX, mas suas peças só são encenadas a partir da década de 1960. Com uma verve satírica e quase surrealista, ele é considerado um precursor do Teatro do Absurdo e um nome a ser descoberto. O trabalho de Fressato fez parte do “Qorpo Santo 3 Linguagens”, fomentado pelo Rumos Itaú Cultural e realizado em 2015 pela companhia teatral curitibana  Projeto Z.

“Fizemos uma pesquisa em cima de todas as obras do autor. Começamos a produzir o espetáculo e, em paralelo, 3 videoclipes e e 7 músicas das quais apenas 4 compõem esse EP. Os desafios foram adaptar este material do século 19 para a atualidade, pois apesar de alguns temas sociais não mudarem, havia uma barreira estética. O plano não era produzir canções de época, e sim, algo que falasse com o presente. Um dos clipes inclusive, tem a Universidade Federal do Paraná ruindo, o que fala muito sobre o desmonte da educação no Brasil de hoje”, analisa Fressato.

Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, que completou dez anos neste mês.

Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa”, com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no disco “Louco e Divertido”, que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos e foi lançado em 2019. 

Ouça o álbum: https://smarturl.it/louco_e_divertido

No fim daquele ano, Fressato lançou o EP “Canções Pra Você Me Perder de Vista” com uma interpretação minimalista de três composições em um complemento do universo do trabalho principal. Após os lançamentos de quarentena “Vênus com Jasmim” e “Pandemia”, o EP “Seis Mezes de Huma Enfermidade” abre uma nova vertente na obra do artista.

Assista aos clipes: 

Duas Páginas Em Branco: https://youtu.be/6BPCF_Sgges

Lanterna de Fogo II: https://youtu.be/5XdVlASgq8Q

Eu sou a Vida; Eu não sou a Morte: https://youtu.be/u8sDwYtYgX8

Ouça “Seis Mezes de Huma Enfermidade”: https://links.altafonte.com/seismezes 

2 COMENTÁRIOS

  1. Como pode alguém chamar isso de música? De cultura?de artistas?
    Música horrível, sub nível de cérebro em todo aspecto.
    Gente feia, maquiagem horrível, cenas bizarras, é óbvio que não vira sucesso, ainda bem, mas pior é o desperdício de dinheiro público numa porcaria dessas.
    E ainda tem coragem de falar da porra da universidade federal, que é outra instituição alienada por esquerdopatas acéfalos.
    Lixo de vídeo, perdi alguns minutos da vida vendo isso

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