Recorrência nos ganhos movimenta setor de distribuição na segurança privada

Antes da pandemia, a mentalidade dos distribuidores na área de mercado de segurança eletrônica, estava mais voltada para produtos do que para serviços. Agora, os serviços figuram como uma alternativa mais viável. Muito, evidenciado, pelos novos hábitos de consumo das pessoas por serviços online (Uber, Waze etc) e esta tendência migrou para o setor de monitoramento naturalmente. O mercado de segurança eletrônica para os distribuidores evoluiu e está acompanhando estes novos hábitos que ganharam força na pandemia: a dos serviços online em tempo real:

Carlos Eduardo Peu Pires, Diretor comercial de uma das maiores distribuidoras de segurança eletrônica da região de Campinas, analisa o momento como uma ruptura, um caminho pós-pandêmico sem volta para o setor que se modernizou:

“Trabalhávamos focados com produtos, atendimento, telemarketing e entrega, mas hoje a demanda está mais para serviços, a tecnologia está seguindo esse caminho e essa mudança está voltada tanto para o integrador quanto para o revendedor, que compartilham a tecnologia com o consumidor final. O mercado está mais competitivo, fazendo com que os distribuidores consigam competir com os grandes players fornecendo as ferramentas necessárias para o integrador e esse por sua vez atendendo a nova demanda do cliente final”.

Distribuidores perseguem receita recorrente
O mercado de segurança eletrônica, principalmente os distribuidores, aderiram ao novo formato pela importância da receita recorrente gerada por serviços de tecnologia de segurança. Peu explica que o interesse no serviço de locação aumentou vertiginosamente, justamente para não depender somente das vendas e também por que entende que a receita recorrente gera mais sustentabilidade para operação de sua distribuidora.

“Na região de Campinas tivemos um ponto de equilibro saudável na operação. Clientes de monitoramento de alarme e contratos de manutenção não deixaram de trabalhar, mas precisaram se adaptar com os novos tempos e demandas de seus clientes finais. A reinvenção passou pela recorrência de ganhos com sistemas terceirizados de monitoramento.”

Geração de novas oportunidades no setor de segurança
Para Marcelo Lonzetti, Diretor Comercial e CMO da ztrax, as distribuidoras de segurança eletrônica já passaram por esta fase de adaptação e estão deixando seus negócios mais rentáveis, fechando contratos de locação de equipamentos:

“As empresas de segurança que não estavam na era do monitoramento em tempo real agora com exigência de seus clientes finais entenderam que precisavam se modernizar e realmente entregar uma solução que gerasse mais satisfação e visibilidade dos resultados para seus clientes. O consumidor final quer enxugar um pouco suas despesas e as terceirizadas entenderam que estes serviços específicos podem ser incorporados trazendo benefícios ganha-ganha para todas as pontas” completa Marcelo.

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