Seguro de bicicleta cresce 35% durante a pandemia

Seja para esporte, lazer ou até mesmo como meio de transporte, a procura por seguradoras se dá pelo disparo nas vendas de bikes desde março de 2020

Em meio à pandemia da COVID-19, a Associação Brasileira do setor de Bicicletas (Aliança Bike), registrou um aumento de 50% nas vendas em 2020, comparado ao ano anterior.

A empresária e diretora da Mais que Seguro, Loriane Brotto afirma que somente em sua seguradora, do início da pandemia para cá, os seguros de bicicleta aumentaram 35%. “Algumas delas custam o valor de um carro, então a preocupação com o patrimônio é idêntica”, explica. Mas não é só isso não: o seguro para bicicletas cobre não somente roubo ou dano do material, ele é extensivo a acidentes pessoais ou de terceiros causado por quedas, transporte para o segurado e seu filho – no caso de um passeio com crianças na cadeirinha, panes no sistema em bikes elétricas, além do básico, como por exemplo uma troca de pneu ou correia no meio de um passeio.

“Com as academias fechadas, as bicicletas foram escolhidas para melhorar a qualidade de vida, liberar endorfina e movimentar o corpo. Além disso, estamos em um processo de mudança na mobilidade urbana e as cidades estão sendo projetadas ou repaginadas para comportar este meio de transporte”, afirma Loriane.

Os valores do seguro para bicicleta variam de acordo com o preço do produto e a cobertura que o cliente optar. Para contratar, é preciso entrar em contato com uma corretora e a bicicleta pode ser segurada em menos de dois dias.

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