Altas temperaturas e tempo seco na primavera aumentam casos de doenças respiratórias e virais

Vacinas do Calendário Nacional de Vacinação são essenciais para aumentar a imunidade e manter a saúde em dia

Com características climáticas típicas, como altas temperaturas, tempo seco e baixa umidade do ar, na primavera alguns vírus e bactérias ficam mais suspensos no ar, além da estação favorecer a reprodução de insetos que transmitem doenças e ter uma maior concentração de pólen e poeira, o que aumenta o caso de doenças respiratórias.

Algumas vacinas previstas no Calendário de Vacinação são essenciais para manter a saúde em dia na primavera. Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Renata Quadros, manter as vacinas em dia é essencial para prevenir doenças e aumentar a imunidade do organismo. “A imunização massiva da população garante uma proteção maior para todos, já que reduz o número de pessoas vulneráveis a contrair a doença, e consequentemente, transmiti-las”, alerta.

Doenças como catapora, rubéola e caxumba são mais frequentes em crianças, e o Calendário Nacional de Vacinação prevê imunizações desde pequenos. “São doenças contraídas também pelas vias respiratórias, com a aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal. A imunização é essencial para prevenir essas doenças, mesmo que a criança não frequente a escola ou ambientes com grande número de pessoas”, explica. A Tríplice Viral (MMR) previne sarampo, caxumba, rubéola e é indicada conjuntamente com a vacina da varicela para crianças a partir de um ano, com esquema de duas doses.

A vacina da gripe também é indicada desde o começo do outono, porém eficaz nessa época. “A vacina Tetravalente do H1N1 é indicada para pessoas com mais de 6 meses, com esquema de duas doses na primeira vacinação até oito anos e dose única a partir desta idade, e é composta por quatro tipos de cepas do vírus influenza, sendo duas do tipo A (H1N1 e H3N2) e duas do tipo B, dependendo do vírus circulante no ano anterior.”

O calor e as pancadas de chuva da primavera-verão facilitam a reprodução do mosquito da dengue. A vacina está disponível apenas em clínicas particulares, para pessoas entre 9 e 45 anos. “Ela deve ser tomada em três doses, com intervalo de 6 meses entre elas, mas é recomendada apenas para indivíduos previamente infectados com um dos sorotipos da doença”, explica Renata.

Além da dengue, a febre amarela também pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também é responsável pela transmissão da chikungunya e da zika. Como o Brasil é considerado endêmico para a febre amarela, alguns países só permitem a entrada de viajantes brasileiros que apresentem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) com registro de dose aplicada no mínimo 10 dias antes da viagem. “Essa vacina pode ser aplicada a partir dos 9 meses de idade, com a segunda dose com quatro anos”, explica.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) indica a aplicação de todas as vacinas, respeitando a idade e número de doses recomendados. “É importante verificar a carteira de vacinação e realizar as imunizações que estão em atraso, para prevenir doenças e aumentar a imunidade do organismo”, finaliza Renata.

Sobre a Clínica Vacinne:

Com foco no diagnóstico, prevenção e controle de doenças, a Clínica Vacinne conta com uma gama completa de vacinas exigidas pelo Calendário Nacional de Vacinação, em um amplo e moderno espaço, possibilitando que todo o processo, desde a chegada, documentação e aplicação da vacina, aconteça da forma mais rápida possível, diminuindo o tempo de permanência na clínica e possíveis tensões. Anexo, um posto de coleta LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, realiza mais de dois mil tipos de exames e traz a segurança e excelência dos serviços prestados há 30 anos. A Clínica Vacinne fica no Ahú, na Av. Anita Garibaldi, 2075.

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