Estudante de 14 anos participa de mentoria na Tinbot Robótica

Adolescente ficou conhecido por criar sozinho uma banda formada por três robôs.

Luis Henrique e Gustavo Denobi durante a mentoria do estudante na Tinbot Robótica

Aos 14 anos, Luis Henrique Nogueira Faria, um adolescente fascinado por tecnologia e robótica, já coleciona momentos inspiradores e profissionais. Sua mais recente experiência foi a mentoria de robótica com o Gustavo Denobi, líder de produto da Tinbot, startup parte do Grupo DB1.

Quando se fala em Luis Henrique, logo vem à cabeça os três robôs que ele montou sozinho e que, juntos, formam uma banda. E eles não eram iguais, suas máquinas desempenhavam funções diferentes uma das outras, tais como canto, violão e zabumba. O resultado desse conhecimento foi publicado em seu canal do Youtube.

Por conta de seu vídeo viralizado, Luis teve a oportunidade de ir à sede da DB1 para conhecer o Tinbot – primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT, desenvolvido pela Tinbot Robótica e, posteriormente, convidado para participar de uma mentoria com Gustavo Denobi, recém anunciado como Líder de Produto, cargo anteriormente pertenceu a Marco Diniz, criador do Tinbot.

Semanas de muito aprendizado

Como parte da mentoria, o futuro profissional de robótica encontrou Denobi toda sexta-feira de manhã por duas horas, durante cinco semanas. Esses encontros tinham como pauta principal, conversar sobre mecânica, eletrônica, design, impressão 3D e programação.

Denobi explica que o dia a dia com Luis foi em si uma experiência bastante interessante. “Um dia que ficou marcado foi quando conseguimos fazer um certo motor funcionar, ir para posição com ele controlando. Fizemos toda parte mecânica e eletrônica, bem como descrevemos e gravamos a programação dele. Ligamos e o motor mexeu. O Luis olhou para mim com os olhos arregalados e essa cena ficou muito marcada, porque ele é uma criança muito tímida e mesmo com toda sua timidez, essa reação foi muito espontânea. Foi de entusiasmo com o que estávamos fazendo”, disse.

Assim como Luis Henrique, Denobi também se interessou por robótica muito cedo. Por isso, vê a mentoria como um incentivo para pessoas com este talento. “Essas experiências podem transformar a vida das pessoas que estão começando e tentando se descobrir. Elas podem mostrar o que fazer ou quais focos querem dar. Neste sentido, acredito que a robótica, sendo algo tão atual e relevante, precisa ser incentivada para que tenhamos mais Luis”.

Vale ressaltar que além das mudanças que a tecnologia pode acarretar para a sociedade, trazendo conforto e segurança, entre outras comodidades, ela pode também mudar a vida das pessoas que tenham esse interesse pelo segmento e buscam por uma mentoria que possa dar essa sensação de criar, pensar e conceber novas ideias, tornando-as reais.

Sua participação na empresa trouxe uma sugestão: transformar o Tinbot em um aplicativo para celular. O objetivo dessa ferramenta é deixar que qualquer pessoal use e interaja com o robô. A sugestão foi anotada e, quem sabe no futuro, essa novidade seja implantada.

Vale destacar, ainda, que Luis recebeu um presente do criador do Tinbot. Marco Diniz. Antes de se despedir da empresa, deixou uma caixa de ferramentas para o futuro profissional de robótica.

Pós-mentoria

Pensando em robótica, os próximos passos de Luis incluem investir em esforços e conhecimentos sobre as quatro áreas mais exploradas durante a mentoria: mecânica, eletrônica, design e programação.

A equipe de startup da DB1 disponibilizará a ele os equipamentos que lhe garantirão uma melhor possibilidade de estudo e exploração. Além disso, Luis deve continuar com seus maiores diferenciais que o trouxeram até aqui: curiosidade e criatividade. Com isso, seu futuro será de bastante aprendizado e realizações profissionais.

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