Luma Schiavon transforma canção “Luzes e Cachaça” em uma singela história de amor mineira em novo clipe

Depois de chamar atenção nos palcos e com o seu primeiro EP autoral, “Minha Lucidez É Minha Ruína”, a cantora e compositora Luma Schiavon retorna com um outro lado de suas facetas no clipe “Luzes e Cachaça”. O vídeo é roteirizado e dirigido pela própria artista, narrando uma história de amor pelas ruas, alamedas, mirantes e montanhas de Minas Gerais. 

Rodado em Juiz de Fora (MG), o clipe “Luzes e Cachaça” se tornou realidade graças a um financiamento coletivo realizado por Luma Schiavon na sequência de seu bem-recebido EP de estreia. Chamada de “Meus Clipes São Minha Ruína”, a campanha proporcionou uma troca entre a artista e os fãs, que receberam camisetas, pôsteres e outros itens como recompensas. 

Era tudo que precisava para dar forma à sua visão de uma paixão arrebatadora. A inspiração veio do filme “Submarine” (Richard Ayoade, 2010), cuja trilha sonora foi assinada por Alex Turner, vocalista da banda Arctic Monkeys e uma das referências musicais de Luma. A trama do filme é, também, a de um amor adolescente e ingênuo que causa muitas transformações para os personagens principais – o que tem tudo a ver com a narrativa da própria canção de Schiavon.

“Quando pensei no tema do clipe, não tive dúvida de que a inspiração de ‘Submarine’ seria perfeita, levando em conta principalmente a letra e levada de ‘Luzes e Cachaça’, canção que teve como inspiração para a sua composição amores semelhantes ao do casal principal do filme. Como todo trabalho feito até o momento no meu EP de estreia, sinto a necessidade de um envolvimento pessoal não somente nas músicas, mas também nos clipes, de contar minha trajetória, o que sou e o que me inspira na arte como um todo”, explica a artista, roteirista e diretora.

“A locação escolhida foi a cidade de Juiz de Fora, local onde vivi muitas situações que inspiraram diversas composições, inclusive ‘Luzes e Cachaça’ e, em contrapartida, é uma cidade que surge como o cenário perfeito para uma releitura de um filme indie adolescente”, completa Luma.

O EP “Minha Lucidez É Minha Ruína”, lançado no início de 2021, veio para consolidar uma trajetória iniciada há quase uma década. Se antes Luma se dedicava a interpretar canções de outros compositores e a acompanhar artistas no palco, agora ela assume protagonismo do próprio trabalho com um EP plural e confessional.

Schiavon começou cedo na música. Aos 16 anos já se apresentava como cantora, acompanhando bandas, artistas ou em formato solo. Abriu apresentações de Phill Veras e Castello Branco e desenvolveu o show Luma Canta Divas. Também ocupa os microfones no papel de entrevistadora com o podcast Rádio Diva, dedicado a entrevistar artistas de sua região na Zona da Mata mineira, e atua como criadora de conteúdo no TikTok.

Tudo isso culminou na gravação de seu primeiro EP autoral, com produção de Celso Moreira. O primeiro single foi “Janeiro (Headband)”, cujo lançamento gerou o convite para uma participação especial na live #ArteSalva, transmitida pela Rede Minas. Foi a estreia da música na TV, tendo na ocasião ao seu lado o ilustre Zé Geraldo. 2020 trouxe ainda o segundo single, “Valsa do Adeus”, e em abril deste ano, foi a vez de “Janeiro”, que também receberam videoclipes com roteiro, direção e edição assinados pela própria Luma.

“Esse EP é um marco entre o que eu fui nesses nove anos de carreira, construindo meu eu artista, e o que serei daqui pra frente nesse caminho que escolhi. Nesse apanhado de composições feitas desde os meus 14 anos, cada uma foi concebida em diferentes momentos da minha vida, e juntas formam um pequeno álbum sonoro de lembranças familiares, de adolescência, jovialidade e todas as emoções envolvidas em mudanças de fases da vida”, resume.

Agora, o clipe de “Luzes e Cachaça” soma-se a essa narrativa sonora, lírica e imagética. O vídeo está disponível no canal do YouTube da artista.

 

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