Sebrae firma parceria para alavancar recursos para projetos de inovação

Até o final do ano que vem, estão previstos investimentos de R$ 22 milhões para subsidiar soluções de alto impacto nos pequenos negócios

O Sebrae firmou parceria com a Beta-i Brasil para alavancar recursos para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) do Programa Catalisa, iniciativa do Sebrae que apoia inovação aberta em todo o Brasil. Até o final do ano que vem, estão previstos o aporte de investimentos em torno de R$ 22 milhões, que fazem parte do convênio do Sebrae com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Com o apoio da Beta-i Brasil, o Sebrae quer estabelecer conexões efetivas entre os pequenos negócios inovadores e grandes empresas para desenvolver soluções tecnológicas de alto impacto para beneficiar milhares de micro e pequenas empresas brasileiras.

De acordo com o analista de Inovação do Sebrae Nacional Rafael Castro, inicialmente, a parceria vai possibilitar a alavancagem de recursos adicionais para dez projetos de PD&I, por meio do Programa Catalisa.  “O grande diferencial dessa parceria é o desenvolvimento de soluções de alto impacto econômico, social e ambiental para o benefício de micro e pequenas empresas de negócios tradicionais que formam a cadeia de grandes empresas ou segmentos econômicos”, explicou.

Além de apoiar a prospecção de desafios tecnológicos junto às empresas, a Beta-i Brasil também será responsável pelo desenvolvimento e aplicação da metodologia, com a execução geral do projeto e apresentação da proposta da conexão entre os players. “Queremos atingir pequenas e grandes empresas acelerando o desenvolvimento das startups e conectando-as com empresas que precisam dessas soluções”, ressaltou Renata Ramalhosa, CEO da Beta-i Brasil.

Entenda

Por meio da parceria do Sebrae com a Embrapii, os projetos de PD&I recebem investimentos financeiros e operacionais, a fundo perdido, que variam de acordo com a modalidade escolhida. A modalidade de encadeamento tecnológico conta com a participação de empresas de médio e grande porte atuando como parceiras dos pequenos negócios. Já os projetos da modalidade de aglomeração tecnológica envolvem a participação de mais de uma micro e pequenas empresas, que geralmente representam um segmento e estão interessadas em compartilhar recursos para propor soluções na cadeia produtiva.

Uma terceira modalidade, voltada para o desenvolvimento tecnológico, destina-se apenas aos microempreendedores individuais (MEI), startups, micro e pequenas empresas que precisam de recursos para desenvolver soluções tecnológicas. Neste caso, o Sebrae firmou uma parceria com a ABGI Brasil para prospectar pequenos negócios inovadores interessados. Em todas as modalidades há apoio de uma instituição de ciência e tecnologia (ICT), dentre as 72 credenciadas na Embrapii.

CONTATO COM O COLUNISTA  pietrobelliantonio0@gmail.com

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