Espetáculo “A História de um Certo Zé” reestreia no Teatro José Maria Santos

Encenação volta em cartaz, contando a trajetória de um mito popular por meio de música, folclore e combate às intolerâncias. Sucesso de público e crítica em sua primeira temporada, peça celebra o retorno às atividades e o chamado “povo de rua” no pós-pandemia

Espetáculo “A História de um Certo Zé” reestreia no Teatro José Maria Santos
Crédito – Ca Pellegrini

A história de um mito celebrada em música, samba e folclore popular por meio da religiosidade e combate às intolerâncias. Essa é a premissa do espetáculo a “História de um Certo Zé”, que entra em cartaz no Teatro Zé Maria, no Centro de Curitiba, a partir do dia 2 de junho (quinta-feira), às 20h, no mês em que a religiosidade de matriz africana celebra e homenageia o chamado “povo de rua” (13 de junho).

Espetáculo “A História de um Certo Zé” reestreia no Teatro José Maria Santos
Crédito – Ca Pellegrini

A peça evidencia a pluralidade em torno do mito Zé Pelintra, cultuado nos ritos brasileiros de matriz africana, por meio de ritmos e gêneros musicais que contam sua trajetória e narram a saga do personagem símbolo da malandragem. O espetáculo fica em cartaz até o dia 12 de junho, de quinta a sábado (20h) e domingos (19h), com ingressos a preços populares.

A encenação conta a história de José, um pescador de Recife que ao chegar ao Rio de Janeiro, reduto dos malandros, berço do samba e da boemia carioca tem em sua conturbada vida, o destino de se tornar um dos ícones da cultura brasileira. A encenação tem a direção de Leo Campos, carioca radicado em Curitiba, indicado ao Troféu Gralha Azul em 2018 pela direção da comédia “A Animalesca Fortunada Aventura de Reconto de Amor e Morte”.

“Retornar com esse espetáculo agora tem uma importância maior do que no início de 2020. Tivemos que parar de forma prematura, em virtude da pandemia, com a trajetória do espetáculo que lotou o Zé Maria na sua primeira temporada. Agora a peça tem a importância não só de possibilitar o reencontro entre artistas, público e técnicos, mas também de trazer novamente a vivência e a experiência do teatro”, explica Leo Campos.

“A História de um Certo Zé” foi aclamado pelo público e crítica em fevereiro de 2020, reunindo diversos profissionais entre atores, músicos e técnicos em prol da encenação que emociona e diverte o público. “Esse espetáculo é um canto de amor contra à intolerância religiosa. Ele tem o objetivo de esclarecer as pessoas sobre as religiões de matrizes africanas, além da função de desmistificar por meio da imagem do malandro e amigo querido Zé Pelintra, esse personagem tão importante na cultura nacional”, conclui Campos.

O espetáculo sofreu alterações e melhorias devido à entrada de novos atores, que foram convidados, especialmente, para integrar parte do novo elenco. Algumas cenas também mudaram com inserções de novas músicas, trazendo o que a direção considera ser “uma repaginada para melhorar ainda mais a forma de contar e se reconectar com o público”.

Espetáculo “A História de um Certo Zé” reestreia no Teatro José Maria SantosOs ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Zé Maria, do Centro Cultural Teatro Guaíra ou por meio do site Ticket Fácil: http://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-a-historia-de-um-certo-ze.aspx

Serviço:

A História de um Certo Zé

Sinopse: Por meio da magia das crenças populares, a peça conta a história de José, um pescador de Recife que ao chegar ao Rio de Janeiro, berço do samba, da boemia e da malandragem, tem em sua conturbada vida, o destino de se tornar um dos ícones da cultura brasileira.

Dias: de 2 a 12 de junho

Horário: quinta, sexta e sábado, às 20h, e domingo às 19h

Ingressos: R$40 (inteira) R$20 (Meia)

Classificação: 12 anos

Duração: 60 minutos

Teatro José Maria Santos

Endereço: Rua Treze de Maio, 655, Centro, Curitiba/PR

Telefone: (41) 3322-7150

Ingressos:https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-a-historia-de-um-certo-ze.aspx

Instagram: @ahistoriadeumcertoze

FICHA TÉCNICA

Elenco: Alan João, André de Oliveira, Danielle Martini, Everson Silva, Filippe Thome, Gracy Padilha, Jheny Goll, Larissa Maculan, Luiza Seixas e Sandy Keller.

Texto: Raphael Miguel e Leo Campos

Direção geral: Leo Campos

Direção musical: Rubens Rosa

Direção coreográfica: Ca Pellegrini

Assistentes de direção: Danielle Martini e Jheny Goll

Músicos: Cassin Vieira, Fábyo Rolywer e Matheus Santos

Figurino: Giórgia Manfredini da Gama

Cenário: Guilherme Stuermer

Iluminação: Juliane Rosa

Arte Gráfica: Luciano Maccio

Assessoria de Imprensa: Leandro Bertholini

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