Cores do mobiliário Artefacto seguem tendência da Pantone

A companhia americana Pantone é
responsável por estudar tendências e criar um sistema de cores, utilizado por
todo o mundo, em diferentes áreas, como o design de interiores.  A influência da paleta de cores pode vir de
diferentes direções, incluindo roupas masculinas e femininas, sapatos, bolsas,
joias e até mesmo da indústria alimentícia.
Para criar tendências específicas
para design de interiores, o guia inédito Fashion Home + Interiors, leva em
consideração estilos de vida e investimentos em arquitetura, construção e
interiores – grupos que não são tão efêmeros como a moda, por exemplo. Por
isso, o guia pode dar o tom para projetos permanentes. 
De acordo com a gerente de
produtos da Artefacto, Fernanda Vello, a marca busca tendências em todos os
universos, inclusive nas paletas de cores da Pantone. “Esse ano, as cores em
que apostamos foram o verde, a cor do ano Rose Quartz, sem esquecer dos tons
neutros, como o bege e o cinza”, explica.
Para Fernanda, exposição é tudo.
Ou seja, para que o móvel tenha uma boa aceitação é preciso que o ambiente, a
luz e, principalmente, a cor estejam de acordo. “Tons neutros são mais
comerciais, já os tons coloridos são diferenciais da marca”, conta. Para 2016,
a gerente de produtos pôde adiantar que o azul, o vermelho e o rosa estarão na
coleção.
A Mostra Artefacto Curitiba,
inaugurada em agosto de 2015, apresenta as cores da Pantone em muitos de seus
espaços, tanto no mobiliário como nas obras de arte.  A seguir, a aplicação prática da paleta de
cores 2016, ditadas pela Pantone:
Natural Forms (Formas
Naturais)
Os tons fogem de qualquer ambiguidade e são diretamente
formulados a partir da coloração de argila, ferrugem, bege das ovelhas, o verde
das folhas, bem como o ameixa do vinho e cobre.

Nome do espaço: Varanda e Pocket Garden
Nome do Arquiteto:  Jorge Elmor
Dichotomy (Dicotomia)
Os opostos se atraem: cores opostas são combinadas através
de tons mais claros de sua base. A paleta tem uma atmosfera contemporânea e
pede por texturas tão inovadoras quanto: aço inoxidável, pedras e superfícies
lisas são acentuadas com texturas.

Nome do espaço: Biblioteca Particular

Nome do Arquiteto: Luciana Patrão e Sérgio Valliatti
Lineage (Linhagem)
Tradição, herança e árvores genealógicas: tons
convencionais, que remetem a paletas parecidas com o que pensamos de Velho
Mundo e monarquias europeias ganham certa irreverência pela extravagância e
alto contraste. Tons batizados de Caviar e Champagne encontram o ‘Vermelho
Marciano’ e tons púrpuras.

Nome do espaço: Morando
com Arte

Nome do Arquiteto: Yara
Mendes
Soft Phocus (Foco
suave)
Tons pastéis, mas nem tanto. É o retorno ao minimalismo dos
anos 90, quando as cores foram minimizadas. Descritas como sutis, ‘mudas’ e
cobertas pela névoa, as cores são ideais para decorar ambientes de passagem,
halls de entrada e lavabos. Como base, encontram força no dourado (Starfish) e
no marrom (Major Brown).

Nome do espaço: Refúgio
de Verão

Nome do Arquiteto: Ana
Letícia Virmond
Merriment
Merriment não tem tradução para o português, mas pode ser
entendido como um estado de espírito divertido, como o que costumamos sentir
nas férias de julho ou na véspera de Natal quando crianças. Os tons são
vibrantes e geram contrastes alegres. Há um toque retrô (ou uma piada interna)
bem integrada na paleta – a ‘Era de Aquário’ (Aquarius) resgata o turquesa.

Nome do espaço: Living e Jantar Gourmet

Nome do Arquiteto: Rafael Egg
Footlose
Essa ideia de ‘eu mereço férias’, happy hour e esse relax
reparador de aproveitar o mundo lá fora foi o que inspirou essa paleta. Acampar
nem que seja no próprio quintal, relaxar em uma varanda ou buscar qualquer
coisa que nos tire do frenesi do cotidiano e buscar um pouco de recreação.

Nome do espaço: Home Gallery do Artista
Nome do Arquiteto: Silvia Franzoni

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