Hospital de Clínicas recebe nova centrífuga para fracionamento das bolsas de sangue

Cada centrífuga para fracionamento de sangue possui cerca de 20 anos de vida útil. Uma das três que o Hospital de Clínicas dispõe havia passado deste prazo, portanto, o REHUF (projeto de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais), programa da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), forneceu uma unidade do aparelho, no valor de R$ 154 mil.

Segundo Giorgio Roberto Baldanzi, é uma conquista importante para o Hospital. “A qualidade do produto final depende da qualidade do equipamento. Essa nova máquina permitirá que a centrifugação seja mais constante e com menos trepidações, tempo de desaceleração correto e a temperatura interna também estará correta. As perdas de bolsas por problemas de produção serão evitadas”, afirma.

O sangue coletado é destinado aos pacientes que fazem cirurgias, transplantes ou que estejam com sangramentos.

Fracionamento sanguíneo

Inicialmente, o sangue é coletado na forma de sangue total (bolsa coletada do doador). Após essa primeira etapa, é a vez de separar o material em camadas para dar apenas o necessário ao paciente. Ou seja, ocorre o fracionamento.

“O sangue tem uma camada de glóbulos vermelhos (hemácias) e outra de plasma rico em plaquetas. Com esta última, a equipe refaz o processo e obtém o concentrado de plaquetas e plasma fresco, com todas as proteínas hemofílicas. Assim, o paciente vai receber o que precisa”, explica Baldanzi.

Texto: Leonardo Henrique orientado por Renildo Meurer – Unicom – CHC/UFPR

Imagens: Leonardo Henrique /  Unicom – CHC/UFPR

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