Como ser aceito em uma universidade no exterior

Mais do que apresentar boas notas ou atividades extracurriculares, o caminho para instituições de ensino fora do Brasil requer planejamento

Para entrar em uma universidade fora do Brasil é preciso adotar uma série de estratégias que, quando combinadas, deixam o caminho muito mais fácil. Apenas boas notas ou só as atividades extracurriculares não garantem a tão sonhada carta de aceitação.

O primeiro passo é um bom desempenho nos exames GPA, SAT e IB Predicts (similares aos vestibulares brasileiros). Por isso é muito importante levar a sério os estudos do dia a dia e estar preparado para os exames padronizados. Os atributos pessoais também são levados em conta pelas universidades fora do Brasil, como a participação em atividades extracurriculares durante todo o período escolar, sejam elas práticas esportivas ou relacionadas aos estudos.

O caminho mais fácil para quem sonha com um diploma fora do país é ingressar desde cedo em uma escola internacional. Estas escolas têm a grade adaptada e direcionada para a formação do aluno nos processos seletivos no exterior, facilitando toda a trajetória. No International School of Curitiba os alunos começam a se preparar para a inscrição nas universidades a partir do 9º ano, com a participação no programa Wildcat 360. Nele, eles têm acesso ao software Naviance, adquirido pelo colégio em 2014, que oferece uma série de ferramentas de apoio na busca da carreira e por meio dele são feitas, no último ano, as inscrições nas universidades. “Com o Naviance, pais, alunos e professores podem se unir e participar mais ativamente no processo de formação do currículo e da busca das universidades”, destaca a professora e college counselor do ISC, Vanessa Benaci.

De acordo com Vanessa, o Naviance é uma das estratégias mais fortes utilizadas no extenso processo de inscrição, assim como a visita dos alunos do ISC às universidades. É nesse momento que os alunos podem conhecer e ficar mais familiarizados com as instituições.

Nos últimos dois anos do High School do ISC a preparação fica mais intensa. Segundo Sophie Fischer, ex-aluna do ISC da Classe de 2016, uma estratégia que a ajudou muito foi fazer as tarefas regulares durante a semana e reservar para o fim de semana e feriados a preparação para a universidade. As alunas do 12º ano Daniela Piovezan e Luana Pallaro utilizam da mesma tática. “Fizemos a pesquisa para a lista de universidades durante as férias”, lembra Daniela.

Para Victor Pianoviski, ex-aluno da Classe de 2016, a ajuda da família foi essencial. “Eles me ajudaram a escolher um novo curso depois que me frustrei com a ideia de fazer Engenharia e ofereceram apoio emocional durante as provas finais e a espera pelos resultados”, conta.

Todas essas estratégias funcionaram. Victor foi aprovado em cinco faculdades e optou por estudar Direito na tradicional King’s College, em Londres, Inglaterra, enquanto Sophie vai cursar Business na Berlin School of Economics and Law, na Alemanha. Resultados expressivos que se repetiram entre toda a Classe de 2016 que, no total, recebeu mais de 80 cartas de aprovação de universidades de todo o mundo.

 

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