Revista National Geographic destaca um hábito cada vez mais comum entre os seres humanos: a mentira

edição de junho da Revista National Geographic, que chega às bancas na quarta, dia 31 de maio, destaca um dos comportamentos mais naturais do ser humano, que é aprendido desde cedo, junto com a fala e os primeiros passos: a capacidade de mentir. A reportagem de capa revela que o fingimento e a desonestidade são partes inseparáveis da condição humana. Crianças começam a mentir entre 2 e 5 anos e, ao crescerem, desenvolvem o hábito, sobretudo quando se tornam independentes.

Há explicação racional para a mentira? Diversos psicólogos e neurocientistas discorrem sobre o assunto, entre eles o americano Tim Levine, que garante: as pessoas recorrem à mentira quando a honestidade não dá resultado. O leitor será apresentado ainda a estatísticas que listam os principais motivos para as pessoas mentirem e a frequência com que isso acontece ao longo de suas vidas.

Serão lembrados casos históricos de trapaceiros célebres. Exemplos: a falsa agente da CIA Valerie Plame, que viveu duas décadas na clandestinidade; o falsificador de arte Mark Landis, que imitava obras de pintores famosos, fingia ser um filantropo e doava os quadros a museus de arte para ter respeito e admiração; e o impostor Frank Abagnale Jr. consagrado no cinema pelo ator Leonardo DiCaprio no filme Prenda-me Se For Capaz, de 2002. A reportagem, é claro, não deixa de lembrar os políticos, que mentem para ganhar votos ou se livrar de acusações – como o ex-presidente americano Richard Nixon no escândalo de Watergate.

A revista também dá destaque para a realidade dos portadores de albinismo mundo afora, vítimas de discriminação social e violência, trazendo exemplos de pessoas que querem virar esse jogo. É o caso da modelo Diandra Forrest, a primeira mulher albina a ser contratada por uma agência de modelos e fazer sucesso nas passarelas, deixando para trás o preconceito que sofreu na infância.

Muitos albinos vivem em comunidades isoladas. Uma delas se encontra no Brasil, na Ilha dos Lençóis, na costa do Maranhão. Na década de 1970, os albinos da ilha ganharam destaque em um programa de TV – na época, eles ficaram conhecidos como “filhos da Lua” – e passaram a ser estudados por pesquisadores. A reportagem mostra as dificuldades que esse grupo enfrenta hoje: o local em que vivem não dispõe de infraestrutura e o sol forte aumenta o risco de câncer de pele, um drama para todos os albinos.

O leitor vai ainda se maravilhar com imagens das Ilhas Galápagos, a região que abriga as espécies que inspiraram Charles Darwin a formular a teoria da seleção natural. Foi nesse arquipélago do Pacífico que o cientista desembarcou, em 1835, para investigar o mecanismo que faz os animais evoluírem. Entre os animais extraordinários que habitam as Galápagos estão a iguana-marinha, o tubarão-martelo, o atobá-de-nazca, o leão-marinho-dos-galápagos, o tentilhão-de-darwin e a tartaruga-gigante. Infelizmente, muitos estão agora ameaçados pelas mudanças climáticas que aquecem a água do mar e diminuem a oferta de alimentos.

National Geographic acredita no poder da ciência, da exploração e da reportagem para mudar o mundo. A revista National Geographic Brasil é uma publicação mensal da editora Content Stuff.

 

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<Luiz.Lamim.External@fox.com>

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