Saiba quando o leilão é a melhor maneira de comprar imóveis

O momento não é considerado bom para aquisição de bens de alto custo, como os imóveis. No entanto, a máxima não pode valer como regra, e sim como alerta de precaução. Em vários casos, a crise pode ser encarada como período de oportunidades, principalmente para quem tem situação financeira que permita investimentos. Afinal, o mercado caminha a passos curtos e os valores dos apartamentos estão em declínio. Em São Paulo, capital econômica do país, são milhares de apartamentos prontos para morar fechados, esperando pelo novo dono.

Mas é preciso saber como pagar, à vista, financiado, via consórcio ou leilão? Com a desvalorização da moeda, deixar o dinheiro parado é o mesmo que jogá-lo fora, e por isso, é necessário transformá-lo em patrimônio. Mas como cautela é a palavra a ser seguida, algumas orientações são de extrema importância antes de escolher como aplicar o dinheiro.

Não existe fórmula perfeita na hora de investir o dinheiro em uma casa ou apartamento. Na verdade, o que existe são características que favorecem o comprador, conforme o seu perfil.

 

Os leilões de imóveis realizados em São Paulo, como os promovidos pela Zukerman, são excelentes escolhas para os investidores que têm dinheiro disponível. Afinal, é possível arrematar novos bens com descontos de até 50%.

Só que a atração está associada a riscos. Por isso, é preciso saber a condição do imóvel a ser arrematado, se ele está vazio ou contestado judicialmente e se está em boas condições ou necessita de reforma. Além disso, é bom ter uma reserva para outros gastos, como quitação de débitos de IPTU e pagamento do registro em cartório.

O leilão é ideal, ainda, para quem não tem pressa, pois é preciso pesquisar e ter paciência com os lances. O mais legal é poder fazer tudo isso online, oferecendo um valor pelo bem e aguardando a evolução perante os outros interessados. Mas cuidado! Fique atento ao edital e as regras do leilão online.

 

Outras formas de compra

O mercado oferece outras boas oportunidades para adquirir um imóvel. O mais comum é o financiamento bancário, buscado por pessoas que não têm todo o recurso necessário para a quitação da dívida direto com o atual proprietário. É possível pechinchar, pois o pagamento ao vendedor é feito diretamente pelo banco, no entanto, as taxas de juros tendem a ser altas. Para reduzi-las, é preciso dar um bom valor de entrada, incluindo os recursos disponíveis no FGTS. Quanto maior for a entrada, menor será a taxa de juros.

 

Para quem não tem pressa

Quanto mais dinheiro na entrada, menor será a dívida com o banco. Por isso, quem quer fazer um investimento e não tem pressa para mudar, o ideal é investir o dinheiro antes de iniciar o financiamento. Produtos de renda fixa, como o CDB e títulos públicos são boas opções no mercado.

 

Para quem não consegue economizar

Guardar dinheiro é difícil, exige disciplina e paciência. Para pessoas que não se encaixam neste perfil, existem os consórcios. Nele, o imóvel é comprado sem juros, apenas com uma taxa de administração, mas a entrega das unidades é feita mediante sorteio ou oferta de lances. É ideal para quem quer encarar a modalidade como uma “poupança forçada”.

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