A gripe passou mas o nariz continua escorrendo? Atenção. Seu filho pode estar com “rinosinusite”

Tosse, coriza, espirro e aquela secreção que insiste em não ir embora mesmo depois que a gripe passou. Quem tem filhos sabe bem que nas estações mais frias, o “funga-funga” se torna corriqueiro entre os pequenos, assim como episódios de resfriado e “gripinhas”, comuns nessa época do ano. O problema pode ficar mais sério, quando estes quadros aparentemente inofensivos, evoluem para infecções ou inflamações nas vias aéreas, principalmente nas crianças menores de 6 anos. É nessa hora que os pais devem estar atentos aos sintomas da rinosinusite.

Provocada por bactérias, a rinosinusite caracteriza-se pela infecção dos seios da face, podendo ser identificada a partir de sinais como: dores na testa, inchaço ao redor dos olhos, tosse noturna, febre –  e principalmente – secreção espessa e constante, de cor amarelo-esverdeada, por um período maior que sete dias.

De acordo com Luciana Gabardo, otorrinolaringologista do Hospital IPO, é importante que os pais estejam atentos ao volume e cor da secreção, principalmente após eventos alérgicos ou gripes. “Até os seis anos de idade, os seios da face ainda não estão bem desenvolvidos nas crianças. Isso as torna mais suscetíveis à instalação de bactérias nas vias nasais, após resfriados”, explica.

Para combater a infecção é fundamental manter as vias desobstruídas e limpas. Segundo Luciana, lavagens nasais frequentes com soro fisiológico morno, aplicadas com spray ou seringa são uma boa alternativa. “Quanto mais limpas as vias nasais, menos a chance de infecção e evolução para o quadro viral”, afirma. Se os sintomas persistirem, a prescrição de antibióticos, analgésicos ou antialérgicos – por um otorrino ou pediatra – pode ser a saída. Se o seu filho apresenta sintomas similares aos da gripe – mas na verdade não está gripado – procure um especialista.

 

Sobre o Hospital IPO  –O Hospital IPO é especializado no tratamento de ouvido, nariz e garganta, e conta com uma equipe multidisciplinar de áreas relacionadas à otorrinolaringologia. Atualmente possui o único pronto-atendimento 24 horas da especialidade no sul do País, mais de seis centros de tratamento, estrutura educacional volta para a otorrinolaringologia, mais de 150 médicos atendendo em 20 especialidades e mais de 20 unidades de atendimento no Paraná e Santa Catarina.

O grupo surgiu com união de um grupo de professores de medicina da Universidade Federal do Paraná, em outubro de 1992, para a criação de um centro especializado em otorrinolaringologia, ofertando consultas, exames, procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos. Em junho de 2000 inaugurou seu hospital, um edifício de 11 mil metros quadrados, dispostos em 10 andares, localizado em Curitiba, no bairro Água Verde. www.ipo.com

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