Remando conforme a maré

Parado desde agosto, o processo de revisão da poligonal portuária do Paraná esbarra na preocupação dos trabalhadores com uma possível diminuição de postos de emprego – o que na prática não faz sentido. Uma das principais vozes deste discurso, o sindicalista Mário Teixeira – presidente da Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas Atividades Portuárias (Fenccovib) – já defendeu em seu trabalho “Contratação de trabalhador portuário na modalidade de vínculo empregatício” que a garantia de renda pode reduzir “a resistência e oposição do pessoal do OGMO quanto a vínculo empregatício e mesmo quanto à redução dos quantitativos de cada equipe (ou terno, como na terminologia portuária), porque a renda mínima neutralizará os possíveis impactos sociais advindos de tais práticas”.

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